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18 árvores ornamentais para ter em casa

21/09/2016 Por: Irene Moraes3 Comentários

Cada vez menos vemos árvores nas cidades e nas casas, as árvores tem ficado restritas aos parques e jardins públicos. Ter uma árvore em casa para muitos é sinônimo de problema, cai folha, racha passeio, quebra cano e até compromete a estrutura da casa. É bem verdade que esses incômodos acontecem, mas todos eles são fruto de uma escolha inadequada de planta para ter em casa. Quem nunca viu um lindo Ficus plantado na frente de uma casa, rachando todo o passeio?
Além do comportamento das raízes das árvores, seu porte, copa e caducidade das folhas são critérios fundamentais para uma boa escolha.
Esse post vai ajudar você, que quer ter o prazer de cultivar uma árvore em casa, sem os incômodos trazidos por uma escolha ruim!

Vamos começar pelos conceitos básicos:
Árvores ornamentais: são aquelas que possuem importância estética.

Raízes agressivas: algumas espécies possuem raízes fortes e de crescimento agressivo, capazes de estragar pisos, muros, fundações, reservatórios e tubulações. Existe o mito de que a raiz da árvore possui o tamanho da sua copa, isso é uma inverdade, cada árvore tem suas características, algumas tem crescimento de raízes superficial e outras um crescimento em profundidade. Contudo as árvores de grande porte, vão necessitar de raízes proporcionalmente grandes para sustentar sua estrutura.
Nossas indicações nesse post vão se limitar a árvores de raízes não agressivas, mas se quiser garantir, plante a árvore em uma manilha ou anel de concreto enterrado, isso irá obrigar as raízes descerem.

Porte da árvore: exemplares de 3 a 6m de altura são considerados de pequeno porte; de 6 a 10m, médio porte; acima de 10m, grande porte.

Caducidade das folhas: algumas espécies trocam de folhas a cada ciclo, geralmente no inverno. A este tipo de folhagem dá-se o nome de folhas caducas. O benefício é ter uma árvore sempre renovada, com lindas brotações na primavera marcando bem a mudança das estações no seu jardim. O lado negativo é ter que limpar as folhas, se você não estiver disposto, evite as caducifólias.

Agora que já nos entendemos com as características da planta, vamos à nossa lista:

18 árvores ornamentais para ter em casa

1. Árvore-samambaia

Nome Científico: Filicium decipiens
Origem: Ásia, Índia, Sri Lanka
Altura: 4 a 7 metros
Luminosidade: Sol Pleno

A árvore-samambaia é nativa da Índia e do Sri Lanka e possui porte médio atinge até 7 metros de altura. As folhas lembram a folhagem de uma samambaia, daí seu nome popular, árvore samambaia.
É uma árvore bastante interessante para uso paisagístico, devido ao apelo tropical, porte pequeno e copa bem fechada e raízes não agressivas. Se encaixa bem em pequenos espaços, como jardins residenciais, entradas de automóveis, pátios, etc. É uma espécie recomendada para fixar orquídeas e outras plantas epífitas. Seu crescimento é considerado rápido a moderado.

2. Astrapéia

Nome Científico: Dombeya wallichii
Origem: África, Madagascar
Altura: 3 a 6 metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno

A astrapéia é uma arvoreta de pequeno porte e ótimas características ornamentais, que se espalhou pelo mundo por sua exuberância e popularidade.
Ela apresenta inflorescências com numerosas flores de cor rosa a avermelhada, ricas em néctar e delicadamente perfumadas. Suas flores atraem muitas abelhas e possuem perfume agradável e suave, que lembra o coco.
É uma árvore de rápido crescimento e baixa manutenção, que se destaca principalmente em plantios isolados, mas que pode ser parcialmente sombreada por outras árvores ou construções.

3. Bracatinga-rósea

Nome Científico: Mimosa flocculosa
Origem: América do Sul, Brasil, Paraguai
Altura: 3 a 6 metros
Luminosidade: Sol Pleno

A bracatinga-rósea é uma arvoreta ramificada de pequeno porte, nativa do Brasil. A floração da bracatinga ocorre no verão e dá origem a frutos do tipo vagem que amadurecem em de julho a outubro. Pode ser plantada isolada ou em grupos, formando belos contrastes com outras plantas no jardim, devido à coloração de sua folhagem.

4. Cheflera

Nome Científico: Schefflera arboricola
Origem: Ásia, Taiwan
Altura: 3 a 5 metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno

Arbusto vigoroso que facilmente chega ao porte de árvore. É uma planta muito rústica e pouco exigente que pode ser utilizada isolada em vasos ou em grupos como maciços ou cerca viva, com topiaria ou não, separando áreas no jardim. Fica muito bem em jardins tropicais ou modernos.

5. Cipreste italiano

Nome científico: Cupressus sempervirens
Origem: Itália e regiões do Mediterrâneo
Altura: pode ultrapassar os 30 metros
Luminosidade: Sol Pleno

O Cipreste Italiano é umas das espécies ornamentais mais difundidas no Brasil, tanto pelo valor, quanto pela resistência. A árvore de grande porte suporta frio extremo e também temperaturas mais altas, como as do norte do país, sendo comercializado em todas as regiões do Brasil.
Apresenta formato comprido e cilíndrico, comparado a um grande charuto. Muitos conhecem por cedro charuto. No paisagismo merece destaque pela forma clássica e pela padronização de formato, que traz riqueza e status. É comumente cultivada em corredores e fachadas.

6. Cornus florida

Nome Científico: Cornus florida
Origem: América do Norte, Estados Unidos
Altura: 4 a 7 metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno

O cornos é uma árvore de pequeno porte e beleza singular, seja pela sua florada abundante, seja pela variação sazonal nas cores das folhas. As folhas são opostas, simples, ovadas, com margens finamente serrilhadas e cor inicialmente verde, mas que adquire belos tons bronzeados no outono, antes de caírem (caducifólia). As inflorescências surgem na primavera, compostas por cerca de 20 pequenas flores.
É uma espécie ideal para calçadas, mesmo sob fiação elétrica, devido ao seu pequeno porte. O cornos também é indicado para jardins pequenos, onde fornece atrativos em todas as estações, sejam elas: sombra e aves silvestres no verão, folhas coloridas no outono, queda das folhas, permitindo a passagem da luz no inverno e flores em abundância na primavera.
Resiste muito bem ao frio invernal, tolerando geadas ou neves, sendo interessante para clima subtropical e tropical de altitude.

7. Eritrina-verde-amarela

Nome Científico: Erythrina variegata
Origem: Ásia, Austrália, Filipinas, Índia, Malásia, Oceania
Altura: 6 a 12 metros
Luminosidade: Sol Pleno

A eritrina-verde-amarela é uma árvore atraente devido ao colorido de suas folhas, caducifólias. As inflorescências, contém numerosas flores vermelhas, ricas em néctar, muito visitadas por beija-flores.
Sua utilização paisagística é ampla e em franca expansão. Pode ser utilizada em grupos, mas sua beleza destaca-se mesmo quando plantada isolada em gramados bem cuidados, onde sua bela copa centraliza as atenções no jardim. Por ser uma planta de porte médio exige um espaço mais amplo, é muito rústica e de baixa manutenção.

8. Grevílea

Nome Científico: Grevillea banksii
Origem: Austrália, Oceania
Altura: 2 a 9 metros
Luminosidade: Sol Pleno

Arbusto ou arvoreta de aspecto exótico e florescimento muito ornamental. Apresenta folhas bastante recortadas e afiladas, e inflorescências chamativas, compostas de muitas flores vermelhas, sem pétalas. Ocorre ainda uma variedade de flores brancas. A Grevílea floresce o ano todo atraindo muitos beija-flores.
Devido a seu porte necessita de um espaço amplo para plantio, demanda baixa manutenção.

9. Ipê-de-jardim

Nome Científico: Tecoma stans
Origem: América do Norte, América do Sul, Estados Unidos, México
Altura: 3 a 6 metros
Luminosidade: Sol Pleno

O ipê-de-jardim é uma arvoreta bastante ramificada que apresenta floradas abundantes com muitas flores amarelas, em formato de sino, parecidas com as do Ipê-amarelo (Tabebuia spp).
No paisagismo é apropriada isolada ou em grupos, formando renques. No entanto apesar de ser muito ornamental é considerada planta invasora, devido à sua grande capacidade de produzir sementes viáveis e ao seu rápido crescimento.
Obs.: Algumas prefeituras têm mudas para doação.

10. Jasmim-manga

Nome Científico: Plumeria rubra
Origem: América Central, América do Norte, América do Sul
Altura: 4 a 6 metros
Luminosidade: Sol Pleno

O jasmim-manga é uma árvore de pequeno porte encantadora, seu aspecto exótico e suas flores perfumadas envolvem a todos. A floração inicia-se no fim do inverno e permanece pela primavera, com a sucessiva formação de flores de aparência muito tropical e de diversas cores e nuances entre o branco, o amarelo, o rosa, o salmão e o vinho. É caducifólia. Está disponível no mercado uma forma variegada da planta.

11. Kaizuka ou Caizuca

Nome Científico: Juniperus chinensis torulosa
Origem: Ásia, China, Japão
Altura: 3 a 6 metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno

O Kaizuka é uma árvore pequena e densa de forma cônica ou colunar e de aspecto escultural e muito decorativo. Este cipreste ainda tem uma particularidade que encanta, suas formas espiraladas e retorcidas lembram um suspiro de confeitaria, caprichosamente esculpido.
Suas formas esculturais charmosas e aristocráticas fazem dela uma árvore apropriada para jardins de estilo europeu e oriental. Adequada para o plantio isolado, adapta-se bem para o cultivo em renques, formando belas cercas-vivas topiadas ou não. De crescimento lento a moderado, adapta-se muito bem à vasos, inclusive é bastante utilizado na arte do bonsai.

12. Lilás

Nome Científico: Syringa vulgaris
Origem: Ásia, Europa
Altura: 3 a 7 metros
Luminosidade: Sol Pleno

A lilás é uma arvoreta caducifólia, cultivada no mundo todo por suas flores bonitas e muito perfumadas. As inflorescências surgem na primavera e são muito vistosas, com numerosas flores de fragrância única, de cor lilás ou branca, de acordo com a variedade.
No paisagismo o lilás é bastante versátil, acrescentando romantismo, delicadeza e perfume ao jardim. Torna-se uma bela arvoreta quando podado de forma a ficar com caule único, assim, a lilás pode ser utilizada isolada ou em grupos.

13. Lofantera ou Chuva-de-ouro-da-amazônia

Nome Científico: Lophantera lactescens
Origem: América do Sul, Brasil
Altura: Pode atingir acima de 12 metros
Luminosidade: Sol Pleno

A lofantera é uma árvore semi-caduca, muito exuberante com seus cachos de flores pendentes. Originária da floresta amazônica, suas flores são amarelas e reúnem-se em longas inflorescências pendulares. Os frutos são do tipo cápsula. Floresce de Março a Agosto.
Tem grande utilização paisagística, devido ao seu espetacular aspecto quando florida. Apresenta crescimento moderado e é adequada para plantio isolado ou em grupos, embelezando jardins de grande porte.

14. Manacá-da-serra

Nome Científico: Tibouchina mutabilis
Origem: América do Sul, Brasil
Altura: 2.5 a 10 metros
Luminosidade: Sol Pleno

O manacá-da-serra é uma árvore semi-caduca, nativa da mata atlântica, que se popularizou rapidamente no paisagismo devido ao seu florescimento espetacular. Seu porte é baixo a médio, as flores apresentam-se solitárias e são grandes, vistosas e duráveis. Elas desabrocham com a cor branca e gradativamente vão tornando-se violáceas, passando pelo rosa. Esta particularidade faz com que na mesma planta sejam observadas flores de três cores.
O manacá-da-serra é uma excelente opção para o paisagismo urbano, pois não apresenta raízes agressivas, permitindo seu plantio em diversos espaços, desde isolado em calçadas, até em grandes jardins. Seu crescimento é rápido e além da árvore, encontra-se disponível no mercado uma variedade anã, o manacá-da-serra-anão que atinge de 2 a 3 metros.

15. Oliveira (Azeitona)

Nome Científico: Olea europaea
Origem: África, Cáucaso, Espanha, Europa, Itália, Mediterrâneo, Oriente Médio, Portugal, Síria, Tunísia, Turquia
Altura: 6 a 10 metros
Luminosidade: Sol Pleno

A oliveira é uma árvore frutífera e ornamental, originária da região do Mediterrâneo. É a árvore frutífera mais cultivada no mundo. Dela obtemos as azeitonas e o precioso azeite de oliva.
Seu porte é pequeno, raramente ultrapassa os 10 metros de altura, possui raízes fortes que podem atingir 6 metros de profundidade. No paisagismo brasileiro as oliveiras tem popularização recente, embora em outros países já sejam utilizadas há milênios. São muito versáteis, rústicas e tem baixa manutenção. Adaptam-se também a topiarias e ao plantio em vasos.

16. Pinheiro-budista ou pinheiro-de-buda

Nome Científico: Podocarpus macrophyllus
Origem: Ásia, China, Japão
Altura: 4 a 6 metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno

O pinheiro-de-buda é uma conífera, sua folhagem é compacta, de coloração verde-escura e brilhante. É um arbusto versátil, que se encaixa perfeitamente em jardins de estilo oriental, clássico, mediterrâneo ou contemporâneo.
Sua forma é bonita e pode ser topiada para adquirir o formato desejado. No jardim se presta para o plantio isolado ou em renques: junto a muros e formando cercas-vivas.
Por não ter raízes agressivas e espinhos, é uma ótima opção para calçadas. Desenvolve-se muito bem em vasos, e assim é apropriado para adornar pátios, sacadas e varandas também. O pinheiro-budista é uma espécie bastante visada para a formação de Bonsai e para jardins planejados de acordo com os preceitos do Feng Shui.

17. Pitósporo-japonês

Nome Científico: Pittosporum tobira
Origem: Ásia, China, Japão
Altura: 2 a 9 metros
Luminosidade: Sol Pleno

O Pitósporo-japonês é um arbusto ou arvoreta, resistente e de aroma marcante. Excelente para a formação de cercas vivas altas (2 metros). Tem crescimento lento e pode ser cultivado isolado, ou em grupos. Ocorre uma variedade anã, mais apreciado para o cultivo em vasos.

18. Resedá

Nome Científico: Lagerstroemia indica
Origem: Ásia, China, Coréia do Norte, Coréia do Sul, Índia
Altura: 3 a 6 metros
Luminosidade: Sol Pleno

A resedá é uma arvoreta que não possui raízes agressivas e é resistente à poluição urbana, por isso, é adequada pala o plantio em calçadas ou próximo ao muro nos jardins. As inflorescências, formadas ainda no inverno, contém inúmeras flores crespas de coloração rosa, branca, roxa ou vermelha, de acordo com a variedade. É uma planta bastante rústica mas aceita bem a poda para deixar sua copa redonda e compacta.

Espero que você se encante por alguma delas, pra gente ver mais árvores por aí!
Se você não tem um quintal onde possa ter uma árvore, veja nosso post com 20 plantas que vivem dentro de casa.

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25 plantas resistentes ao sol

21/03/2016 Por: Irene Moraes21 Comentários

Que um jardim bem cuidado dá outra vida ao quintal da casa, isso ninguém discute. Mas não é só escolher as suas plantas favoritas e sair distribuindo por aí. Cada planta tem uma necessidade, é importante respeitar a preferência das verdinhas na hora trazê-las para casa. Já falamos aqui no Casa das plantas que vivem bem em ambientes internos, agora é a vez das plantas resistentes ao sol, para que você possa escolher as belezinhas que vão durar e ficar lindas no seu jardim.

Para não ficar nenhuma dúvida vamos combinar assim:
Sombra ou luz difusa: Luz solar ao longo do dia, sem incidência direta de raios solares.
Meia Sombra: aproximadamente 3 horas por dia de incidência direta de raios solares e no restante do dia luz solar indireta.
Sol Pleno: mais de seis horas por dia de incidência direta de raios solares. É desse clima que vamos falar hoje!

Agora que já definimos em qual clima as nossas plantinhas bronzeadas gostam de viver, vamos à lista:

25 plantas resistentes ao sol

1 – Agave

Nome científico: Agave angustifolia
Origem: Antilhas e México
Luminosidade: sol pleno
Folhas longas com pequenos espinhos nas margens, termina com ponta aguçada. Pode chegar a 2m de altura. Seu cultivo deve ser evitado em áreas de muita circulação, devido ao risco de ferimentos.

2 – Agave dragão

Nome científico: Agave attenuatta
Origem: México
Luminosidade: sol pleno
Folhas largas, cerosas, suculentas e espessas que formam uma roseta densa. Pode atingir vários metros de diâmetro. Não tolera temperaturas baixas de inverno. Multiplica-se com facilidade.

3 – Árvore do viajante

Nome científico: Ravenala madagascariensis
Origem: Madagascar
Luminosidade: sol pleno
Folhagem ornamental, com folhas coriáceas, firmes e dispostas em leque. Aguenta diferentes tipos de temperatura, inclusive calor extremo e geada, atinge de 4 a 8 metros. O nome popular faz referencia à agua retida no interior da bainha das folhas, utilizada por viajantes.

4 – Babosa

Nome científico: Aloe vera
Origem: Ilha da Madeira e Ilhas Canárias
Luminosidade: sol pleno
Suculenta de caule curto, tem folhas em rosetas com forma de lança e espinhos maciços nas bordas. De cor verde azulada apresenta flores amarelas, brancas, vermelhas ou laranjadas. Atinge entre 60 e 90 cm de altura. Possui aplicação medicinal, com propriedades cicatrizantes. É resistente a invernos rigorosos e tolerante a solos de baixa fertilidade, adequada a plantio em jardins de pedra.

5 – Bananeira ornamental ou Bananeira de jardim

Nome científico: Musa ornata
Origem: Ásia
Luminosidade: sol pleno
Bananeira com 2 a 3 metros de altura, apresenta folhagem e flores ornamentais. Deve ser cultivada em solo fértil. É sensível a geadas e à ação do vento.

6 – Bulbine

Nome científico: Bulbine frutescens
Origem: África do Sul
Luminosidade: sol pleno
Suculenta de folhas cilíndricas, carnosas, alcançam de 20 a 30 cm. Possui pequenas flores amarelas ou laranjadas, que se apresentam ao longo de quase todo o ano. Adapta-se bem ao cultivo em canteiros ou vasos. Apesar de sua aparência delicada, a bulbine é tolerante ao frio e exige pouca água.

7 – Buxinho

Nome científico: Buxus sempervirens
Origem: China
Luminosidade: sol pleno
Arbusto de crescimento lento com excelente potencial para topiaria. Atinge no máximo 5 m de altura, mas pode ser mantido em alturas muito menores. Aceita o cultivo em vasos por longos períodos se podado com frequência.

8 – Cactos

Nome científico: Cactaceae
Origem: América
Luminosidade: sol pleno
A família dos cactos tem 1.400 espécies nativas das Américas, em grande variedade de formas e tamanhos. São plantas adaptadas a ambientes extremamente quentes ou áridos. Espinhosas possuem grande capacidade de armazenar água. Ideais para áreas externas, gostam de muitas horas de luminosidade direta e pouca água.

9 – Coco babão

Nome científico: Syagrus flexuosa
Origem: Brasil
Luminosidade: sol pleno
Palmeira dos cerrados brasileiros, atinge até 4m de altura. Dá frutos amarelos ovalados, com polpa adocicada e comestível. Cultivada em jardins como planta ornamental, é adaptada a solos pobres e não tolera geadas.

10 – Cica

Nome científico: Cyca circinalis
Origem: Índia, Filipinas, Sumatra, Java e Madagascar.
Luminosidade: sol pleno
Arbusto que apresenta crescimento muito lento, atinge de 2 a 3 metros, com coroa de folhas levemente recurvadas. O tronco pode ramificar-se nas plantas muito velhas conferindo porte arbóreo com mais de 4m. Plantada no chão ocupa grandes espaços em jardins, as mudas jovens são ótimas para vasos.

11 – Dasilírio

Nome científico: Darsylirion acrotrichum
Origem: México
Luminosidade: sol pleno
Arbusto de folhagem espinescente, de 1 a 2 metros de altura. Suas folhar atingem 90cm de comprimento e tem espinhos nas pontas. É recomendável plantar essa espécie em locais de pouca circulação. Quando jovem aceita plantio em vasos. É tolerante a baixas temperaturas e muito resistente à altas, exige pouca rega.

12 – Dracena Dragão

Nome científico: Dracaena draco
Origem: Ilhas Canárias
Luminosidade: sol pleno
De crescimento muito lento este arbusto grande e ornamental quando velho torna-se uma árvore frondosa. Suas folhas de cor verde azulada atingem quase 1 metro de comprimento. Geralmente é cultivada como planta isolada. É sensível às geadas fortes quando jovem.

13 – Dracena de Madagascar

Nome científico: Dracaena marginata
Origem: Madagascar
Luminosidade: sol pleno
Arbusto muito ramificado, atinge de 2 a 4m de altura. No cume de seus galhos apresenta uma roseta de folhas lineares e alongadas, verde escuro com uma faixa vermelha nas bordas. Existe ainda a variação de tonalidade, cuja as bordas da folha apresentam listras creme e rosa claro, conhecida como dracena arco-íris. Os ramos da dracena podem ser facilmente encurvados e retorcidos, o que confere à planta grande efeito decorativo. Adapta-se bem ao cultivo em vasos, e também ao plantio em conjuntos. Não tolera baixas temperaturas.

14 – Espada-de-São-Jorge

Nome científico: Sansevieria trifasciata
Origem: África
Luminosidade: sol pleno
Herbácea que atinge de 70 a 90 cm de altura, apresenta folhas espessas e resistentes, pode ser cultivada em vasos ou em grupos. A planta apresenta característica invasora e por isso costuma exceder os limites do canteiro. Deve ser controlada por meio de arranque anual dos excedentes.

15 – Espada larga

Nome científico: Sansevieria masoniana
Origem: África
Luminosidade: sol pleno
Herbácea que atinge de 30 a 60 cm de altura. Apresenta folhas grandes, suculentas, rígidas e resistentes. Geralmente é cultivada em grupos para formação de maciços decorativos. Também apresenta característica invasora e deve ser controlada por meio de arranque anual dos excedentes.

15 – Espadinha

Nome científico: Sansevieria trifasciata
Origem: África tropical
Luminosidade: sol pleno
Herbácea perene, atinge de 40 a 70 cm de altura. Suas folhas crescem reunias em tufos e apresentam manchas brancas acinzentadas. A espécie é pouco conhecida no Brasil e geralmente cultivada em grupos. É apropriada para composição de jardins de pedra, pois resiste bem à seca.

16 – Evonimo

Nome científico: Euonymus japonicus
Origem: Japão
Luminosidade: sol pleno
Arbusto de folhagem ornamental que atinge de 2 a 3 metros de altura. Adequado para trabalhos topiários e formação de cerca viva. É resistente ao frio e bem adaptado à região sul do Brasil.

17 – Hera

Nome científico: Hedera canariensis
Origem: Açores, Ilhas Canárias e África
Luminosidade: sol pleno
Adapta-se bem a pleno sol ou à meia sombra e aguenta os climas mais variados. Ela pode ser usada como forração, trepadeira ou pendente.

18 – Iuca

Nome científico: Yucca guatemalensis
Origem: México e Guatemala
Luminosidade: sol pleno
Arbusto de folhas alongadas, atinge de 4 a 6 metros. Utilizada em plantios isolados ou em conjunto. É tolerante a solos semiáridos e sensível a geadas. As regas devem ser espaçadas, deixando o solo seco na maior parte do tempo.

19 – Jade

Nome científico: Crassula ovata
Origem: África do Sul
Luminosidade: sol pleno
Arbusto ornamental de folhas suculentas que atinge de 1 a 2 metros de altura. Resistente à exposição à luz direta do sol.

20 – Murta

Nome científico: Eugenia mattosii
Origem: Sul do Brasil
Luminosidade: sol pleno
Arbusto ornamental de folhagem verde brilhante, na primavera apresenta flores brancas, delicadas e perfumadas. Adapta-se bem à topiaria e ao desenvolvimento de cerca-viva. Adequada ao clima ameno do sul.

21 – Palmeira de madagascar

Nome científico: Pachypodium lamerei
Origem: Madagascar
Luminosidade: sol pleno
Arbusto suculento com tronco de base espessa e espinhos rosados. Atinge de 3 a 6 metros de altura. Suas folhas são aglomeradas no topo. Adapta-se bem ao cultivo em vasos e jardins, isolada ou em grupos. Requer solo de boa drenagem, que não acumule água.

22 – Palmeira do mediterrâneo

Nome científico: Chamaerops humilis
Origem: Mediterrâneo
Luminosidade: sol pleno
Palmeira de crescimento lento, se apresenta com tronco simples ou múltiplo, atinge de 2 a 4 metros de altura. Possui folhas finas, dispostas em leque e com muitos espinhos. É a única palmeira nativa da Europa. Cultivada em jardim como planta isolada ou em grupos. Tolerante a solos pobres e geadas.

23 – Pata de elefante

Nome científico: Beaucarnea recurvata
Origem: México
Luminosidade: sol pleno
O tronco dilatado na base é a razão do nome popular dessa planta ornamental que apresenta folhagem fina e pendente semelhante a uma cabeleira. Em sua fase jovem é bem adaptada ao plantio em vasos, na fase adulta deve ser transferida para o chão onde ocupará uma área espaçosa. Atinge de 3 a 5 metros de altura. É tolerante a baixas temperaturas.
As regas devem ser espaçadas e o solo precisa ser drenável, para evitar o apodrecimento das raízes.

24 – Piteira

Nome científico: Furcraea foetida
Origem: Brasil
Luminosidade: sol pleno
Com numerosas folhas em roseta, atinge de 1 a 2 metros de altura. Adapta-se bem ao cultivo isolado ou em grupos. Não tolera frio.

25 – Tamareira anã

Nome científico: Phoenix roebelenii
Origem: Vietnã
Luminosidade: sol pleno
Palmeira ereta que atinge de 2 a 3 metros de altura. Aceita cultivo em vasos e também em jardins, isolada ou em conjunto. É tolerante a geadas.

FONTE: PLANTAS ORNAMENTAIS NO BRASIL: ARBUSTIVAS, HERBÁCEAS E TREPADEIRAS – HARRI LORENZI E HERMES M. SOUZA

Espero que tenha encontrado plantas adequadas ao seu espaço, mas se você precisa de plantinhas para cultivar dentro de casa confira o post 20 plantas que vivem dentro de casa.

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Bjus e até a próxima!

Como Cultivar uma Jabuticabeira

28/09/2015 Por: Irene Moraes17 Comentários

Como cultivar uma JabuticabeiraCom a chegada da primavera a jabuticabeira aqui de casa ficou toda florida! Semana passada postei no insta do Casa uma foto das nossas florzinhas e nossos seguidores no @blogcasadeirene gostaram bastante, essa frutinha é adorada! Por isso, com a ajuda da equipe especializada da Boutique das Jabuticabeiras, a @jabuticabeiraproduzindo, vamos fazer um post dando todas as dicas para que vocês possam cultivar essas gracinhas em casa também.

Foto: @casadeirene

As jabuticabeiras podem ser plantadas em vasos ou direto no chão, pense em um espaço adequado para cultivar sua jabuticabeira, já que uma planta adulta plantada no chão pode atingir até 15 metros de altura.

Foto: @jabuticabeiraproduzindo

Irrigação da Jabuticabeira

Para aqueles que ainda não sabem, a jabuticabeira é uma árvore que gosta de muita água, mas atenção, ela não é uma planta aquática. Água demais também mata a planta.
Temos dois truques que quase sempre funcionam para verificar se há excesso ou falta de água na sua jabuticabeira.

1) Folhas caindo e sem sinais de brotação de novas folhinhas: Alerta! Pode ser falta de água!
Nessa situação, procure dobrar a quantia de água usualmente utilizada e observe se haverá alterações na árvore.
2) Folhas com a ponta marrom escuro: Alerta! Pode ser excesso de água!
Nessa situação, suspenda por alguns dias a irrigação e observe as alterações da árvore. Além disso, será preciso verificar se o solo está impermeável ou o vaso obstruído na base impossibilitando a drenagem da água, deixando o solo encharcado.

Foto: @jabuticabeiraproduzindo

Além desses macetes que ajudam você a identificar se a irrigação está sendo feita de forma adequada, passaremos algumas receitinhas básicas que podem ser aplicadas na irrigação da sua jabuticabeira.

Em épocas de muito sol e clima mais seco, você deve irrigar a sua árvore diariamente. Há duas dicas aqui, realizar a irrigação de forma lenta (para que o torrão da árvore consiga absorver a água) e verificar com as mãos se o torrão está úmido. Estando o torrão úmido, é hora de interromper a irrigação.
Em épocas mais frias a irrigação poderá ser feita a cada dois dias, pois a evaporação da água do torrão será mais lenta. Sempre preste atenção na umidade do torrão e nas características das folhas.
Em épocas de chuva contínua (nos dias de hoje está cada vez mais difícil termos dias seguidos de chuvas), verifique a umidade do torrão. Se a água da chuva estiver sendo suficiente para manter o torrão úmido, interrompa a irrigação e retome em um espaço de dois a três dias após o término das chuvas.

Poda da Jabuticabeira

Vamos falar um pouco sobre a poda. As dicas abaixo se aplicam às arvores grandes e às pequenas.
A Jabuticabeira aceita tanto podas mais drásticas quanto podas moderadas.
A principal dica para manter a planta saudável é a poda que costumamos chamar de “poda de limpeza”. Essa poda consiste no corte de galhos fininhos e normalmente com nenhuma ou pouca folha que aparecem no interior da copa da árvore.
É importante cortá-los para que a planta possa respirar melhor e não desperdice a energia que será utilizada para a produção de flores e frutos.
Como estamos falando de galhos muito finos, caso não disponha de alicate próprio para poda, vocês pode utilizar uma tesoura de cozinha mesmo, mas atenção, ao utilizar material não específico para jardinagem o instrumento pode perder o corte mais facilmente, ok?
Mãos à obra! Aproveite para realizar a poda de limpeza agora mesmo deixando sua jabuticabeira ainda mais saudável e bonita para receber as folhas novas e os frutos nessa primavera!

Foto: @jabuticabeiraproduzindo

Adubação da Jabuticabeira

Da mesma forma que indicamos a realização da poda previamente ou no início da primavera, uma nutrição bem feita nesse período também ajuda no desenvolvimento de muitos frutos docinhos.
Bom, nesse ponto temos que dividir as dicas em duas partes. A adubação de jabuticabeiras plantadas no solo e a adubação de jabuticabeiras plantadas em vasos.
Fazemos essa divisão pelo seguinte motivo, árvores plantadas em vasos, com o passar do tempo podem demandar um pouco mais de cuidados do que a árvore que está plantada na terra, por um motivo simples, a fonte de recursos do vaso é mais restrita do que a fonte de recursos da terra.

Primeiro vamos falar da nutrição das jabuticabeiras em vasos!

Indicamos uma adubação a cada 40 dias com um adubo que contenha tanto macro como micros nutrientes. O que significa que não devemos utilizar o simples NPK (10-10-10), pois este possui apenas três nutrientes. Não há muitas opções de adubo completos em nutrientes no mercado, a equipe da @jabuticabeiraproduzindo nos contou que utilizam produção deles e indicam aos seus clientes um adubo chamado Forth Frutas, ele é completo e balanceado com os 12 nutrientes que as plantas frutíferas necessitam para favorecer a produção de frutos.

Como fazer essa adubação?

Para a adubação em vasos, dissolva 10g do adubo (1 colher de sobremesa) para cada litro de água. Após a diluição, coloque a mistura em um regador e regue a terra.
Ressaltamos que o ideal é realizar a adubação em horários de sol ameno e com as plantas bem hidratadas, se necessário regue um dia antes da adubação.
Como um complemento a essa adubação periódica, recomendamos também uma adubação mensal com um adubo à base de Fosfito de Potássio (Fosway). Dilua 2,5 ml do adubo (meia tampa de garrafa pet) para cada litro de água e pulverize as folhas. O ideal é realizar a adubação em horários de sol ameno e com as plantas bem hidratadas, se necessário regue um dia antes da adubação.

Agora, pensando nas árvores plantadas na terra.

Manteremos a indicação da adubação a cada 60 dias com o Forth Frutas.
Claramente a quantidade do adubo será maior. Considere cerca de 150 gramas do produto por metro quadrado polvilhado sobre a terra, na projeção da copa da árvore, de 25 a 30 cm de distância do caule da árvore até o ponto mais extremo da copa da sua jabuticabeira.
Da mesma forma, irrigue lentamente até que o produto seja absorvido pela terra. Procure realizar o procedimento em horários com sol ameno.
Para as árvores plantadas na terra temos uma dica muito importante!
Caso a sua jabuticabeira não esteja vigorosa trocando folhas e produzindo frutos (mesmo aplicando o Forth Frutas), talvez haja excesso de alumínio no solo. O solo Brasileiro, principalmente as primeiras camadas, normalmente concentra alumínio, um mineral tóxico que inibe as raízes de absorverem os nutrientes.
Sendo assim, indicamos a aplicação de um adubo rico em cálcio e magnésio para que ocorra um novo balanceamento dos nutrientes do solo, nós utilizamos o FORTH Plantio, na quantidade de 200g por metro quadrado.

E então? Está preparada para colher muitas jabuticabas docinhas nos próximos meses?
Esperamos que tenha gostado e que essas dicas ajudem você no cuidado com as suas jabuticabeiras!

Foto: @jabuticabeiraproduzindo

Mas se você não tem espaço pra cultivar uma planta do porte da jabuticabeira, não fique triste, temos um post que ensina sobre Plantas que Vivem Dentro de Casa. É só escolher a verdinha que mais te agrada!

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Beijos e até a próxima!

Créditos:
Aline Cury Grando – Comercial da jabuticabeira.com.br
Pedro Fernando Grando Filho – Engenheiro Agrônomo da jabuticabeira.com.br
e eu, Irene Moraes – autora do casadeirene.com

20 Plantas que Vivem Dentro de Casa

21/08/2015 Por: Irene Moraes13 Comentários

Plantas que crescem dentro de casa

Um verdinho sempre traz alegria para qualquer cantinho da casa. Espaços reduzidos e ambientes fechados não são empecilhos para ter uma plantinha vivendo no seu lar. O importante é escolher uma planta adequada ao interior, para que ela viva e se desenvolva saudável e bonita. Conheça aqui 20 plantas que vivem dentro de casa e descubra sugestões charmosas para integrá-las à decoração.

Antes de qualquer coisa, é importante definir o conceito de sombra na hora de se falar em plantas que vivem em ambientes internos. Em locais completamente escuros que não recebem nenhuma luz solar, como por exemplo, um hall de elevador ou um banheiro com um basculante pequeno e alto, não é possível cultivar nenhuma espécie de planta. Na jardinagem, a sombra, é uma situação sem a incidência direta de raios solares ou a no máximo 1 metro de distância de uma janela. Para o cultivo de plantas em ambientes internos é necessário que haja no mínimo uma boa luminosidade solar.
Outra característica ambiental que deve ser cuidada, na hora de escolher uma planta para colocar no seu ambiente, é a incidência de ventos. Os ventos ressecam as plantas tanto quanto o sol, portanto se você mora em uma parte muito alta da cidade e tem uma planta que fica em frente a uma janela, não deixe a janela aberta durante todo o dia. Se quiser escolher uma planta, para uma área que recebe muitos ventos como uma cobertura, cuidado redobrado!

Para não ficar nenhuma dúvida vamos combinar assim:
Sombra ou luz difusa: Luz solar ao longo do dia, sem incidência direta de raios solares.
Meia Sombra: aproximadamente 3 horas por dia de incidência direta de raios solares e no restante do dia luz solar indireta.
Sol Pleno: mais de seis horas por dia de incidência direta de raios solares.

Agora que já definimos a luminosidade, vamos às plantas!

1 – Avenca

Adiantum raddianum

Nome científico: Adiantum raddianum
Origem: Brasil
Luminosidade: Luz difusa, meia sombra
Planta delicada de aproximadamente 30 centímetros de altura. Exigem umidade, meia sombra e boa drenagem, além disso, não toleram baixas temperaturas.

2 – Bromélia

Guzmania

Nome científico: Guzmania
Origem: Costa Rica, América Central, Colombia, Equador, Trinidade e Brasil
Luminosidade: Luz difusa
Planta ornamental, herbácea de folhas semirrígidas, apresenta inflorescência ereta. Adequada ao cultivo em vasos preenchidos por fibra de coco, deve sempre ser protegida da luz direta do sol.

3 – Chifre de veado

Platycerium bifurcatum

Nome científico: Platycerium bifurcatum
Origem: Austrália, Ilhas da Sonda, Nova Caledônia, Nova Guiné
Luminosidade: Luz difusa, meia sombra
Planta muito ornamental, deve ser plantada preferencialmente na vertical. Cultivada em suporte de coxim, à meia-sombra e com muita umidade. Bastante rústica e tolerante ao frio.

4 – Ciclâmen

Cyclamen persicum

Nome científico: Cyclamen persicum
Origem: Grécia, Ilhas Mediterrâneas
Luminosidade: Luz difusa, meia sombra
Planta herbácea com floração de cores vivas e fortes. É geralmente cultivada em vasos em ambientes com luz difusa. A espécie aprecia o clima fio. A planta geralmente morre após o florescimento.

5 – Clorofito

Chlorophytum comosum

Nome científico: Chlorophytum comosum
Origem: África do Sul
Luminosidade: Meia sombra, sol pleno
O Clorofito é uma planta de fácil cultivo, e pouco exigente em manutenção, sendo bastante comum seu plantio em cestas suspensas, vasos e jardineiras. Adapta-se muito bem a interiores, tolerando inclusive o ar-condicionado e eventuais períodos de seca. Devem ser cultivadas a meia-sombra, com regas regulares.

6 – Falenópsis

Phalaenopsis x hybridus

Nome científico: Phalaenopsis x hybridus
Origem: Oceania, Polinésia
Luminosidade: Meia sombra
Falenópsis é o nome popular dado a um grande grupo de espécies e híbridos de orquídeas, pertencentes ao gênero Phalaenopsis.
Largamente comercializada em vasos, é uma planta que confere sofisticação a ambientes internos. É cultivada em ambientes protegidos como terraços e varandas.
Devem ser cultivadas à meia-sombra, em substrato adequado à espécie, como fibras de coco, cascas de árvores, carvão vegetal, entre outros materiais. Aprecia a umidade e deve ser irrigada sempre que o substrato se apresentar seco. Não tolera o frio.

7 – Filodendro

Philodendron cascata

Nome científico: Philodendron cascata
Origem: América Central, América do Norte, América do Sul, Antilhas, Bolívia, Brasil, México, Peru
Luminosidade: Luz difusa, meia sombra
Bem adaptada a ambientes internos, é ideal para plantar em vasos ou cestas pendentes. Ao ser cultivada como trepadeira, é interessante oferecer-lhe um suporte fixo e poroso, para que possa subir e se fixar bem. O ideal são troncos naturais, rochas porosas e irregulares ou suportes revestidos de fibra de coco. Também pode ser plantado em canteiros, fazendo às vezes de forração de meia sombra. Deve ser cultivada sob meia sombra ou luz difusa e irrigada frequentemente. Não tolera ventos intensos ou geadas.

8 – Flor-de-seda

Schlumbergera truncata

Nome científico: Schlumbergera truncata
Origem: Brasil
Luminosidade: Luz difusa, meia sombra
Planta de folhagens suculenta com flores concentradas nas extremidades das folhas. Floresce no outono-inverno. Suas flores atraem beija-flor. Deve ser cultivada sob meia sombra ou luz difusa e irrigada com intervalos regulares. Não tolera ventos intensos ou geadas.

9 – Jade

Crassula ovata

Nome científico: Crassula ovata
Origem: África, África do Sul
Luminosidade: Meia sombra, sol pleno
A Jade parece uma miniárvore. É uma espécie suculenta das mais fáceis de cultivar, tanto para jardineiros iniciantes como para aqueles de final de semana. Quando plantada em vasos, a planta-jade torna-se uma árvore em miniatura, formando um bonsai praticamente natural. A Jade se dá bem em qualquer solo que não fique muito úmido e deve receber luz direta do sol pelo menos durante uma parte do dia e ser irrigada em intervalos esparsos e regulares.

10 – Lança de São Jorge

Sansevieria cylindrica

Nome científico: Sansevieria cylindrica
Origem: África
Luminosidade: Luz difusa, meia sombra, sol pleno
A Lança de São Jorge é uma planta herbácea e suculenta, que por suas características esculturais e sua rusticidade, torna-se uma planta ornamental de interior por excelência. Por ser uma planta muito resistente, pode ser usada nas mais variadas composições, desde jardins de pedras a vasos para ambientes internos. Uma das poucas plantas que toleram ambientes com ar condicionado. Da mesma forma que o bambu da sorte, a lança de são jorge pode ser trançada, ganhado um aspecto ainda mais curioso e interessante. É bastante tolerante à estiagem. No tempo quente e seco recomenda-se que as regas sejam quinzenais e no tempo frio e úmido, que sejam mensais.

11 – Lírio da paz ou Spatifilus

Spathiphyllum wallisii

Nome científico: Spathiphyllum wallisii
Origem: América do Sul, Colômbia, Venezuela e Brasil
Luminosidade: Luz difusa, meia sombra
A flor deste lírio é branca e simboliza a paz. Com o tempo e em ambientes pouco iluminados ela pode se tornar esverdeada. O Lírio da Paz é uma folhagem volumosa que apresenta crescimento rápido no verão. Pode ser plantada em vasos decorando interiores ou em maciços e bordaduras protegidas por muros, árvores ou outras coberturas.
Deve ser cultivada sempre à meia sombra e receber regas frequentes. Não tolera o frio.

12 – Ninho de Passarinho

Asplenium nidus L.

Nome científico: Asplenium nidus L.
Origem: Ásia
Luminosidade: Luz difusa
Samambaia herbácea de folhas grandes e brilhantes, cultivada em vasos em locais sombreados ou em jardineiras suspensas.
Deve ser cultivada sempre à sombra . Apresenta crescimento lento e não tolera o frio.

13 – Palmeira Areca

Dypsis lutescens

Nome científico: Dypsis lutescens
Origem: África, Madagascar
Luminosidade: Meia sombra, sol pleno
Uma das palmeiras mais populares e versáteis, a Areca fica bem em jardins, cercas-vivas ou vasos, em ambientes internos. Em comparação com outras palmeiras, a Areca Bambu apresenta rápido crescimento. Pode crescer exposta diretamente ao sol, mas suas folhas ficam mais vistosas quando é cultivada à meia sombra. Bem cultivada à meia-sombra, deve ser regada regularmente. Tolerante a transplantes, não deve ficar em ambientes com ar-condicionado.

14 – Palmeira Leque

Licuala grandis

Nome científico: Licuala grandis
Origem: Oceania, Vanuatu
Luminosidade: Meia sombra, sol pleno
Imponente, a Palmeira Leque tem grande capacidade ornamental. Pode ser usada para compor um jardim interno, com bromélias e orquídeas, ou sozinha em vasos. Dificilmente ultrapassa os três metros de altura. A Licuala não deve ficar exposta a sol pleno, mas precisa estar em ambiente bem iluminado com luz indireta ou meia sombra. Exige pouca manutenção e irrigação regular. Não tolerante ao vento.

15 – Palmeira Ráfia

Rhapis excelsa

Nome científico: Rhapis excelsa
Origem: Ásia, China
Luminosidade: Luz difusa, meia sombra
A Palmeira Ráfia é uma elegante palmeira, ereta e entouceirada, muito utilizada na decoração de interiores. Os japoneses foram os primeiros a utilizá-la de forma ornamental, coletando espécimes na China, para adornar o Palácio Imperial.
De crescimento lento, a Palmeira Ráfia pode alcançar até 4 metros de altura.
Deve ser cultivada meia-sombra e irrigada regularmente. A Palmeira Ráfia aprecia a umidade, mas não tolera o encharcamento. Não tolera geadas, ambientes muito secos ou com ar condicionado por tempo prolongado.

16 – Pau d’água

Dracena fragrans

Nome científico: Dracena fragrans
Origem: Angola, Costa do Marfim, Moçambique, Sudão, Tanzânia, Zâmbia
Luminosidade: Luz difusa, meia sombra, sol pleno
A Dracena é uma planta arbustiva, de folhagem decorativa e amplamente cultivada em ambientes internos. Fica ótimo em vasos e é uma opção perfeita para escritórios e ambientes mais fechados. Sobrevive bem a ar condicionado e falta de luz direta, mas não tolera encharcamento. Não tolera ventos intensos ou geadas.

17 – Peixinho

Nematanthus

Nome científico: Nematanthus
Origem: Brasil
Luminosidade: Luz difusa, meia sombra
Herbácea de folhas carnudas e brilhantes, apresenta floração em tons amarelos e vermelhos que lembram o peixe doirado, daí o nome. Cultivada em vasos, não é tolerante ao frio.

18 – Singônio

Syngonium angustatum

Nome científico: Syngonium angustatum
Origem: Nicarágua
Luminosidade: Luz difusa, meia sombra
As folhas do Singônio têm nervuras brancas quando jovens e ficam completamente verdes depois da madura. Devido ao seu formato, é muito usado para decoração em vasos ou como forragem em jardins e arranjos. Ele deve ser cultivado à meia sombra e regado com frequência para manter a terra úmida. Não é tolerante ao frio.

19 – Violeta

Saintpaulia ionantha

Nome científico: Saintpaulia ionantha
Origem: África
Luminosidade: Luz difusa
A Violeta é uma planta delicada e de fácil cultivo. É uma planta perfeita para cultivar em vasos pequenos sob a iluminação difusa do lado interior de uma janela.
Deve ser cultivada protegida do sol direto, com regas regulares, nunca molhando folhas e flores. Não tolerante ao frio e geadas.

20 – Zamioculca

Zamioculcas zamiifolia

Nome científico: Zamioculcas zamiifolia
Origem: África
Luminosidade: Luz difusa, meia sombra
No paisagismo a Zamioculca é ideal para lugares bastante sombreados, onde outra planta dificilmente sobreviveria. Ela pode ser um excelente curinga para corredores mal iluminados, quartos, salas de estar e escritórios.
É ideal para jardineiros descuidados como eu, pois é resistente a regas irregulares e exige poucos cuidados. Sua manutenção é baixíssima, porém apresenta crescimento lento.
Eu costumo dizer que é a única planta que sobrevive a mim, sempre tenho uma no meu quarto.

Finalzinho do post e eu não poderia deixar de agradecer à mamis pela ajuda. Pesquisei bastante para chegar nessa seleção e encontrei muita doideira pela internet. Quem deu o aval final na lista foi a mamãe, que sabe na prática, como é cuidar dessas plantinhas e o que elas aguentam de verdade. Valeu mamis!

Se você quiser saber sobre plantas que vivem bem sob o sol, confira nossa seleção de 25 plantas resistentes ao sol, seus cuidados e inspirações de paisagismo.

Fonte: Plantas Ornamentais no Brasil: arbustivas, herbáceas e trepadeiras – Harri Lorenzi e Hermes M. Souza

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