Casa de Irene

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Hambúrguer recheado

05/10/2016 Por: Irene MoraesComentários

Eu não sei vocês, mas eu sou apaixonada por hambúrguer. Tem coisa melhor que aquela carne macia e suculenta, ao ponto? Dá pra fazer em casa. E ainda por cima recheado!
Vem aprender!

Hambúrguer recheado

(rende 12 unidades de 100g)

Ingredientes:

1 kg de carne moída
200 g de bacon moído
1 colher (sopa) de tempero de ervas (confira nossa receita aqui)
pimenta do reino a gosto
1 ovo
12 fatias de queijo (provolone, reino, prato, muçarela…)

Preparo:

Misture bem todos os ingredientes menos o queijo.

Forre uma hamburgueira com filme plástico.

Coloque metade de uma porção da carne, coloque a fatia do queijo e cubra com o restante da carne.

Feche o filme plástico e pressione o hambúrguer para modelar.

Se não tiver a hamburgueira, pode modelar o hambúrguer com as mãos pressionando bem e embalar com filme plástico.
Coloque o hambúrguer embalado em um tabuleiro.

Repita o processo com as 12 unidades e leve para congelar. Se for grelhar no mesmo dia, conserve na geladeira por 8h para firmar.

Espero que você se divirta fazendo essa receita!
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Conheça todas as etapas do projeto arquitetônico

29/09/2016 Por: Irene Moraes2 Comentários

Quando a gente pede os primeiros orçamentos de projeto arquitetônico, parece que vem em grego, sério!
Levantamento, estudo preliminar, anteprojeto… não parece tudo a mesma coisa? Como se fosse um croqui inicial do projeto?
Daí vem o projeto básico, projeto legal, executivo, detalhamento. E a gente que não é da área fica sem saber se o básico é um simplesinho, se o legal é só pra quem vai pedir aprovação na prefeitura e se o executivo é quando a gente contrata o arquiteto pra administrar a obra.
Você pode estar aí achando que eu sou meio ‘lerda’, mas é que tem arquiteto que discrimina o que vai ser entregue em cada etapa do projeto e tem arquiteto que não. Dentre aqueles que explicam tudo direitinho, cada um coloca um combinado de serviços diferentes em cada etapa. Nessa embolada toda, como comparar as propostas? Como saber se você vai receber tudo que precisa? Como saber se você precisa mesmo contratar todos os serviços, já que os valores vem discriminados por etapa?
Se você ainda não procurou nenhum arquiteto, esse post pode parecer bobo. Agora, se você já recebeu alguma proposta, com certeza sentiu que tinha que entender melhor o que estava contratando e é por isso que está aqui.
Fica tranquilo! Agora você vai entender tudinho!

Etapas do Projeto Arquitetônico

1. Levantamento ou briefing

Essa é uma etapa preliminar realizada em conjunto com o cliente, para que o arquiteto possa compreender suas necessidades e anseios para a futura casa. No levantamento são definidos os conceitos preliminares norteadores da proposta que será desenvolvida, objetivos, programa de necessidades, padrões básicos dos sistemas construtivos e acabamentos.

2. Estudo preliminar

É na fase de estudo preliminar que o cliente recebe a primeira proposta de projeto, perspectivas em 3D, plantas humanizadas, vistas e layouts conceituais. A apresentação de variações de projeto também é comum nessa fase.
As soluções iniciais apresentadas, são desenvolvidas com base nas necessidades identificadas no levantamento. Após a análise do terreno, definição da área a ser construída e também do levantamento da legislação local e restrições do condomínio.

As propostas apresentadas devem sempre levar em consideração os seguintes aspectos:
-Conforto Ambiental (insolação, aeração, luminosidade);
-Tecnológico (sistemas construtivos, resistência e durabilidade dos materiais);
-Econômico (relação mais adequada entre custo, benefício, durabilidade e padrão desejado).

3. Anteprojeto

Após a aprovação do projeto preliminar, no qual fica definido o estilo e a concepção estrutural do projeto, inicia-se o desenvolvimento do anteprojeto.
O anteprojeto é a evolução do estudo preliminar, nele são especificados os elementos, instalações e componentes, necessários para a total compreensão do projeto pelo cliente.
Nesta etapa são apresentadas plantas dos pavimentos, cortes esquemáticos, fachada principal e especificação prévia dos principais acabamentos de fachada. Nesta fase ainda é possível realizar alterações no projeto, daqui em diante não, por isso fique atento e só siga em frente com certeza das suas escolhas.

4. Projeto Arquitetônico

A etapa de projeto é fase de especificação detalhada e minuciosa de tudo que foi definido até o anteprojeto, por isso, se divide em subetapas:

4.1. Projeto básico ou legal

Trata-se do desenvolvimento mais aprofundado do anteprojeto, contendo todas as informações necessárias à perfeita compreensão do projeto, possibilitando o início do desenvolvimento dos projetos complementares (hidráulico, elétrico, estrutural, sistemas, etc.).
Com o projeto básico temos informação suficiente para a elaboração de estimativas de custo, de prazos e serviços de obra (a ser executado por terceiros).
É nessa etapa que ocorre a elaboração de todos os desenhos técnicos de arquitetura necessários para aprovação do projeto na prefeitura. São finalizadas plantas de implantação; plantas de situação; perfis transversal e longitudinal do terreno; plantas de todos os pavimentos, elevações e cortes, com níveis, cotas e dimensões básicas de todos os espaços; fachada frontal; planta de cobertura; elevação do gradil; cálculo de áreas e quadro de esquadrias; indicação dos principais acabamentos e registro de responsabilidade técnica dos projetistas envolvidos.
É no projeto básico que se tem a obtenção de licenças e alvarás de obra, de acordo com as normas vigentes e posturas dos órgãos municipais competentes, portanto nessa fase são também necessários os dados de documentação jurídica e cadastrais do imóvel, pagamento de taxas e emolumentos legais (a cargo do cliente) e levantamento topográfico/sondagem do terreno (tudo isso a cargo do cliente).
Não é de responsabilidade dos arquitetos o acompanhamento do processo de aprovação na prefeitura, se desejar esse trabalho, deve ser orçado na contratação. Fica a cargo dos arquitetos revisarem o projeto quantas vezes forem necessárias para aprovação municipal.

4.2. Projeto Executivo

Essa é a subetapa destinada à concepção e à representação final das informações técnicas da edificação, completas, definitivas, necessárias e suficientes à contratação e à execução dos serviços de obra correspondentes.
Do projeto executivo devem constar memoriais descritivos com especificação de todos os materiais de acabamentos, louças e metais; detalhe das esquadrias, escadas e guarda-corpos; planta com paginação de piso, elevações de todas as paredes que compõe a área molhada
(Banho e cozinha); planta de forro; marcação de elementos de elétrica e pontos de iluminação gerais; elevação de todo o mobiliário fixo; planilhas de orçamento e cronogramas básicos.

4.3. Coordenação e compatibilização de projetos

Essa subetapa é desenvolvida ao longo de todo o processo de elaboração do projeto envolvendo a atividade técnica que consiste em coordenar e compatibilizar o projeto arquitetônico, urbanístico ou paisagístico com os demais projetos complementares, como levantamento planialtimétrico, cálculo estrutural, projeto hidrossanitário, projeto elétrico e de telefonia…. A compatibilização de projetos pode ainda incluir a análise das alternativas de viabilização do empreendimento.


Para ficar claro o nível de detalhamento de cada etapa de projeto, olha só o estabelecido pelo Manual de Obras Públicas do TCU.


Existem ainda etapas complementares ao projeto, que são serviços que poderão também ser prestados pelo arquiteto mediante remuneração adicional ao valor do projeto.

5. Assessoria para aprovação de projeto

A assessoria para aprovação de projeto na prefeitura deve ser prestada por profissional com registro, visando ao auxílio técnico para a aprovação de projetos. É importante saber que na reunião para avaliação do projeto na prefeitura é exigida a presença do responsável técnico do projeto.

6. Acompanhamento de obra

O acompanhamento é exercido por profissional ou empresa de arquitetura e urbanismo para verificação da implantação do projeto na obra, o objetivo é garantir que sua execução obedeça fielmente às definições e especificações técnicas do projeto arquitetônico.
A assistência à execução da obra não pode ser confundida com gestão, gerenciamento, execução ou fiscalização de obra.

7. As Built

Além dos projetos acima, em alguns casos é importante documentar com exatidão, por meio de plantas e memoriais, todos os serviços executados e especificações detalhadas dos insumos utilizados na obra (materiais, códigos de fabricante, cores etc.). Comumente chamada de As Built, do inglês, como construído, essa relação serve para a manutenção, conservação, reforma e futuras ampliações do objeto. A responsabilidade da Documentação As Built é do responsável técnico da empresa contratada, o detentor da ART ou RRT de execução.

Agora que ficou bem claro o que rola em cada etapa do projeto arquitetônico, fique atento à especificação da proposta de serviço. Como eu já disse cada arquiteto se compromete a entregar um conjunto diferente de serviços na proposta. Confira se a proposta que você recebeu tem tudo o que você precisa, assim não leva gato por lebre. Não preciso nem falar pra você desconfiar de propostas sem especificação né? Para ficar mais tranquilo com a escolha do seu arquiteto confira minhas

10 dicas indispensáveis para escolher seu arquiteto.

Espero ter ajudado!
Se ficou com alguma dúvida, se gostou, se não gostou, se não concordou… deixe seu comentário, vou adorar bater um papo!

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Tempero Caseiro, segredinho de comida de mãe

26/09/2016 Por: Irene Moraes1 Comentário

A receitinha de hoje é o toque de mãe na cozinha aqui de casa. Sabe quando vem na receita aquele “tempere a gosto”? Aqui em casa esse tempere a gosto é sinônimo de use o tempero da mamãe, hehehe. A minha mãe faz um tempero de ervas perfeito para carnes e aves, sem falar no quanto ele é prático!
Como daqui a um tempo eu vou pra minha casa, vou querer fazer esse temperinho pra mim também, né! Lá fui eu atrás dela na cozinha, medir e pesar tudo pra conseguir fazer igual.
Já que o nosso caderninho de receitas aqui é compartilhado, anota aí que seu problema de tempero agora tá resolvido, tem tempero de alho para o arroz e feijão de todo dia e de ervas para carnes e aves.

Tempero de ervas para carnes vermelhas e aves

(Rende aproximadamente 500 g de tempero)

Ingredientes:

60 g de cebolinha
25 g de manjericão
12 g de coentro
1/2 galho pequeno de alecrim, usar só as folhas.
125 ml de óleo
125 g de alho descascado
1/4 cebola grande
350 g de sal
1 colher (café) de cominho
1 colher (café) de louro em pó
1 colher (chá) de orégano desidratado

Preparo:

Pique grosseiramente as ervas frescas e a cebola e reserve. No liquidificador bata as ervas com óleo até que vire uma pasta. Aos poucos vá acrescentando a cebola e o alho e continue batendo.
Despeje o conteúdo batido em uma tigela, acrescente os temperos secos e misture bem. Por fim misture o sal. Coloque o tempero em um vidro esterilizado, cubra a parte superior do tempero com óleo e tampe bem. Guarde o tempero na geladeira.

Obs.: Use 1 colher (sopa) para cada 1 kg de carne.

Tempero de alho

(Rende aproximadamente 750g de tempero)

Ingredientes:

250 g de alho descascado
125 ml de óleo
500 g de sal
1 colher (chá) de cominho

Preparo:

Bata o alho descascado com o óleo em um processador até formar uma pasta. Em uma bacia misture a pasta com o sal e o cominho. Guarde o tempero em um pote esterilizado e bem tampado.

Gente, esses temperos duram meses, ficam perfeitos! O sal e o alho funcionam como conservantes naturais, é impressionante como o tempero de ervas fica verdinho até o final do pote.
Acabou aquela de história de ficar socando tempero todo dia, nada de usar industrializados cheios de conservante e nem de fazer uma carninha delícia num dia e nunca mais fazer igual.

Experimenta aí e depois me conta!

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18 árvores ornamentais para ter em casa

21/09/2016 Por: Irene Moraes1 Comentário

Cada vez menos vemos árvores nas cidades e nas casas, as árvores tem ficado restritas aos parques e jardins públicos. Ter uma árvore em casa para muitos é sinônimo de problema, cai folha, racha passeio, quebra cano e até compromete a estrutura da casa. É bem verdade que esses incômodos acontecem, mas todos eles são fruto de uma escolha inadequada de planta para ter em casa. Quem nunca viu um lindo Ficus plantado na frente de uma casa, rachando todo o passeio?
Além do comportamento das raízes das árvores, seu porte, copa e caducidade das folhas são critérios fundamentais para uma boa escolha.
Esse post vai ajudar você, que quer ter o prazer de cultivar uma árvore em casa, sem os incômodos trazidos por uma escolha ruim!

Vamos começar pelos conceitos básicos:
Árvores ornamentais: são aquelas que possuem importância estética.

Raízes agressivas: algumas espécies possuem raízes fortes e de crescimento agressivo, capazes de estragar pisos, muros, fundações, reservatórios e tubulações. Existe o mito de que a raiz da árvore possui o tamanho da sua copa, isso é uma inverdade, cada árvore tem suas características, algumas tem crescimento de raízes superficial e outras um crescimento em profundidade. Contudo as árvores de grande porte, vão necessitar de raízes proporcionalmente grandes para sustentar sua estrutura.
Nossas indicações nesse post vão se limitar a árvores de raízes não agressivas, mas se quiser garantir, plante a árvore em uma manilha ou anel de concreto enterrado, isso irá obrigar as raízes descerem.

Porte da árvore: exemplares de 3 a 6m de altura são considerados de pequeno porte; de 6 a 10m, médio porte; acima de 10m, grande porte.

Caducidade das folhas: algumas espécies trocam de folhas a cada ciclo, geralmente no inverno. A este tipo de folhagem dá-se o nome de folhas caducas. O benefício é ter uma árvore sempre renovada, com lindas brotações na primavera marcando bem a mudança das estações no seu jardim. O lado negativo é ter que limpar as folhas, se você não estiver disposto, evite as caducifólias.

Agora que já nos entendemos com as características da planta, vamos à nossa lista:

18 árvores ornamentais para ter em casa

1. Árvore-samambaia

Nome Científico: Filicium decipiens
Origem: Ásia, Índia, Sri Lanka
Altura: 4 a 7 metros
Luminosidade: Sol Pleno

A árvore-samambaia é nativa da Índia e do Sri Lanka e possui porte médio atinge até 7 metros de altura. As folhas lembram a folhagem de uma samambaia, daí seu nome popular, árvore samambaia.
É uma árvore bastante interessante para uso paisagístico, devido ao apelo tropical, porte pequeno e copa bem fechada e raízes não agressivas. Se encaixa bem em pequenos espaços, como jardins residenciais, entradas de automóveis, pátios, etc. É uma espécie recomendada para fixar orquídeas e outras plantas epífitas. Seu crescimento é considerado rápido a moderado.

2. Astrapéia

Nome Científico: Dombeya wallichii
Origem: África, Madagascar
Altura: 3 a 6 metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno

A astrapéia é uma arvoreta de pequeno porte e ótimas características ornamentais, que se espalhou pelo mundo por sua exuberância e popularidade.
Ela apresenta inflorescências com numerosas flores de cor rosa a avermelhada, ricas em néctar e delicadamente perfumadas. Suas flores atraem muitas abelhas e possuem perfume agradável e suave, que lembra o coco.
É uma árvore de rápido crescimento e baixa manutenção, que se destaca principalmente em plantios isolados, mas que pode ser parcialmente sombreada por outras árvores ou construções.

3. Bracatinga-rósea

Nome Científico: Mimosa flocculosa
Origem: América do Sul, Brasil, Paraguai
Altura: 3 a 6 metros
Luminosidade: Sol Pleno

A bracatinga-rósea é uma arvoreta ramificada de pequeno porte, nativa do Brasil. A floração da bracatinga ocorre no verão e dá origem a frutos do tipo vagem que amadurecem em de julho a outubro. Pode ser plantada isolada ou em grupos, formando belos contrastes com outras plantas no jardim, devido à coloração de sua folhagem.

4. Cheflera

Nome Científico: Schefflera arboricola
Origem: Ásia, Taiwan
Altura: 3 a 5 metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno

Arbusto vigoroso que facilmente chega ao porte de árvore. É uma planta muito rústica e pouco exigente que pode ser utilizada isolada em vasos ou em grupos como maciços ou cerca viva, com topiaria ou não, separando áreas no jardim. Fica muito bem em jardins tropicais ou modernos.

5. Cipreste italiano

Nome científico: Cupressus sempervirens
Origem: Itália e regiões do Mediterrâneo
Altura: pode ultrapassar os 30 metros
Luminosidade: Sol Pleno

O Cipreste Italiano é umas das espécies ornamentais mais difundidas no Brasil, tanto pelo valor, quanto pela resistência. A árvore de grande porte suporta frio extremo e também temperaturas mais altas, como as do norte do país, sendo comercializado em todas as regiões do Brasil.
Apresenta formato comprido e cilíndrico, comparado a um grande charuto. Muitos conhecem por cedro charuto. No paisagismo merece destaque pela forma clássica e pela padronização de formato, que traz riqueza e status. É comumente cultivada em corredores e fachadas.

6. Cornus florida

Nome Científico: Cornus florida
Origem: América do Norte, Estados Unidos
Altura: 4 a 7 metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno

O cornos é uma árvore de pequeno porte e beleza singular, seja pela sua florada abundante, seja pela variação sazonal nas cores das folhas. As folhas são opostas, simples, ovadas, com margens finamente serrilhadas e cor inicialmente verde, mas que adquire belos tons bronzeados no outono, antes de caírem (caducifólia). As inflorescências surgem na primavera, compostas por cerca de 20 pequenas flores.
É uma espécie ideal para calçadas, mesmo sob fiação elétrica, devido ao seu pequeno porte. O cornos também é indicado para jardins pequenos, onde fornece atrativos em todas as estações, sejam elas: sombra e aves silvestres no verão, folhas coloridas no outono, queda das folhas, permitindo a passagem da luz no inverno e flores em abundância na primavera.
Resiste muito bem ao frio invernal, tolerando geadas ou neves, sendo interessante para clima subtropical e tropical de altitude.

7. Eritrina-verde-amarela

Nome Científico: Erythrina variegata
Origem: Ásia, Austrália, Filipinas, Índia, Malásia, Oceania
Altura: 6 a 12 metros
Luminosidade: Sol Pleno

A eritrina-verde-amarela é uma árvore atraente devido ao colorido de suas folhas, caducifólias. As inflorescências, contém numerosas flores vermelhas, ricas em néctar, muito visitadas por beija-flores.
Sua utilização paisagística é ampla e em franca expansão. Pode ser utilizada em grupos, mas sua beleza destaca-se mesmo quando plantada isolada em gramados bem cuidados, onde sua bela copa centraliza as atenções no jardim. Por ser uma planta de porte médio exige um espaço mais amplo, é muito rústica e de baixa manutenção.

8. Grevílea

Nome Científico: Grevillea banksii
Origem: Austrália, Oceania
Altura: 2 a 9 metros
Luminosidade: Sol Pleno

Arbusto ou arvoreta de aspecto exótico e florescimento muito ornamental. Apresenta folhas bastante recortadas e afiladas, e inflorescências chamativas, compostas de muitas flores vermelhas, sem pétalas. Ocorre ainda uma variedade de flores brancas. A Grevílea floresce o ano todo atraindo muitos beija-flores.
Devido a seu porte necessita de um espaço amplo para plantio, demanda baixa manutenção.

9. Ipê-de-jardim

Nome Científico: Tecoma stans
Origem: América do Norte, América do Sul, Estados Unidos, México
Altura: 3 a 6 metros
Luminosidade: Sol Pleno

O ipê-de-jardim é uma arvoreta bastante ramificada que apresenta floradas abundantes com muitas flores amarelas, em formato de sino, parecidas com as do Ipê-amarelo (Tabebuia spp).
No paisagismo é apropriada isolada ou em grupos, formando renques. No entanto apesar de ser muito ornamental é considerada planta invasora, devido à sua grande capacidade de produzir sementes viáveis e ao seu rápido crescimento.
Obs.: Algumas prefeituras têm mudas para doação.

10. Jasmim-manga

Nome Científico: Plumeria rubra
Origem: América Central, América do Norte, América do Sul
Altura: 4 a 6 metros
Luminosidade: Sol Pleno

O jasmim-manga é uma árvore de pequeno porte encantadora, seu aspecto exótico e suas flores perfumadas envolvem a todos. A floração inicia-se no fim do inverno e permanece pela primavera, com a sucessiva formação de flores de aparência muito tropical e de diversas cores e nuances entre o branco, o amarelo, o rosa, o salmão e o vinho. É caducifólia. Está disponível no mercado uma forma variegada da planta.

11. Kaizuka ou Caizuca

Nome Científico: Juniperus chinensis torulosa
Origem: Ásia, China, Japão
Altura: 3 a 6 metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno

O Kaizuka é uma árvore pequena e densa de forma cônica ou colunar e de aspecto escultural e muito decorativo. Este cipreste ainda tem uma particularidade que encanta, suas formas espiraladas e retorcidas lembram um suspiro de confeitaria, caprichosamente esculpido.
Suas formas esculturais charmosas e aristocráticas fazem dela uma árvore apropriada para jardins de estilo europeu e oriental. Adequada para o plantio isolado, adapta-se bem para o cultivo em renques, formando belas cercas-vivas topiadas ou não. De crescimento lento a moderado, adapta-se muito bem à vasos, inclusive é bastante utilizado na arte do bonsai.

12. Lilás

Nome Científico: Syringa vulgaris
Origem: Ásia, Europa
Altura: 3 a 7 metros
Luminosidade: Sol Pleno

A lilás é uma arvoreta caducifólia, cultivada no mundo todo por suas flores bonitas e muito perfumadas. As inflorescências surgem na primavera e são muito vistosas, com numerosas flores de fragrância única, de cor lilás ou branca, de acordo com a variedade.
No paisagismo o lilás é bastante versátil, acrescentando romantismo, delicadeza e perfume ao jardim. Torna-se uma bela arvoreta quando podado de forma a ficar com caule único, assim, a lilás pode ser utilizada isolada ou em grupos.

13. Lofantera ou Chuva-de-ouro-da-amazônia

Nome Científico: Lophantera lactescens
Origem: América do Sul, Brasil
Altura: Pode atingir acima de 12 metros
Luminosidade: Sol Pleno

A lofantera é uma árvore semi-caduca, muito exuberante com seus cachos de flores pendentes. Originária da floresta amazônica, suas flores são amarelas e reúnem-se em longas inflorescências pendulares. Os frutos são do tipo cápsula. Floresce de Março a Agosto.
Tem grande utilização paisagística, devido ao seu espetacular aspecto quando florida. Apresenta crescimento moderado e é adequada para plantio isolado ou em grupos, embelezando jardins de grande porte.

14. Manacá-da-serra

Nome Científico: Tibouchina mutabilis
Origem: América do Sul, Brasil
Altura: 2.5 a 10 metros
Luminosidade: Sol Pleno

O manacá-da-serra é uma árvore semi-caduca, nativa da mata atlântica, que se popularizou rapidamente no paisagismo devido ao seu florescimento espetacular. Seu porte é baixo a médio, as flores apresentam-se solitárias e são grandes, vistosas e duráveis. Elas desabrocham com a cor branca e gradativamente vão tornando-se violáceas, passando pelo rosa. Esta particularidade faz com que na mesma planta sejam observadas flores de três cores.
O manacá-da-serra é uma excelente opção para o paisagismo urbano, pois não apresenta raízes agressivas, permitindo seu plantio em diversos espaços, desde isolado em calçadas, até em grandes jardins. Seu crescimento é rápido e além da árvore, encontra-se disponível no mercado uma variedade anã, o manacá-da-serra-anão que atinge de 2 a 3 metros.

15. Oliveira (Azeitona)

Nome Científico: Olea europaea
Origem: África, Cáucaso, Espanha, Europa, Itália, Mediterrâneo, Oriente Médio, Portugal, Síria, Tunísia, Turquia
Altura: 6 a 10 metros
Luminosidade: Sol Pleno

A oliveira é uma árvore frutífera e ornamental, originária da região do Mediterrâneo. É a árvore frutífera mais cultivada no mundo. Dela obtemos as azeitonas e o precioso azeite de oliva.
Seu porte é pequeno, raramente ultrapassa os 10 metros de altura, possui raízes fortes que podem atingir 6 metros de profundidade. No paisagismo brasileiro as oliveiras tem popularização recente, embora em outros países já sejam utilizadas há milênios. São muito versáteis, rústicas e tem baixa manutenção. Adaptam-se também a topiarias e ao plantio em vasos.

16. Pinheiro-budista ou pinheiro-de-buda

Nome Científico: Podocarpus macrophyllus
Origem: Ásia, China, Japão
Altura: 4 a 6 metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno

O pinheiro-de-buda é uma conífera, sua folhagem é compacta, de coloração verde-escura e brilhante. É um arbusto versátil, que se encaixa perfeitamente em jardins de estilo oriental, clássico, mediterrâneo ou contemporâneo.
Sua forma é bonita e pode ser topiada para adquirir o formato desejado. No jardim se presta para o plantio isolado ou em renques: junto a muros e formando cercas-vivas.
Por não ter raízes agressivas e espinhos, é uma ótima opção para calçadas. Desenvolve-se muito bem em vasos, e assim é apropriado para adornar pátios, sacadas e varandas também. O pinheiro-budista é uma espécie bastante visada para a formação de Bonsai e para jardins planejados de acordo com os preceitos do Feng Shui.

17. Pitósporo-japonês

Nome Científico: Pittosporum tobira
Origem: Ásia, China, Japão
Altura: 2 a 9 metros
Luminosidade: Sol Pleno

O Pitósporo-japonês é um arbusto ou arvoreta, resistente e de aroma marcante. Excelente para a formação de cercas vivas altas (2 metros). Tem crescimento lento e pode ser cultivado isolado, ou em grupos. Ocorre uma variedade anã, mais apreciado para o cultivo em vasos.

18. Resedá

Nome Científico: Lagerstroemia indica
Origem: Ásia, China, Coréia do Norte, Coréia do Sul, Índia
Altura: 3 a 6 metros
Luminosidade: Sol Pleno

A resedá é uma arvoreta que não possui raízes agressivas e é resistente à poluição urbana, por isso, é adequada pala o plantio em calçadas ou próximo ao muro nos jardins. As inflorescências, formadas ainda no inverno, contém inúmeras flores crespas de coloração rosa, branca, roxa ou vermelha, de acordo com a variedade. É uma planta bastante rústica mas aceita bem a poda para deixar sua copa redonda e compacta.

Espero que você se encante por alguma delas, pra gente ver mais árvores por aí!
Se você não tem um quintal onde possa ter uma árvore, veja nosso post com 20 plantas que vivem dentro de casa.

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Beijos e até a próxima!

Legítimo Torrone Italiano

15/09/2016 Por: Irene Moraes1 Comentário

Essa receita de hoje é suuuuuper especial! Esse Torrone é uma delícia feita pelo Leando Boaventura, talento autoditada da confeitaria de BH, arrasando na @praline_pao_de_mel.

Eu já sigo o insta do Leo há um tempo e amo, o dia que eu vi a foto dessa delícia por lá fiquei doida pra fazer. O Léo, mais que generoso, veio compartilhar essa receita com todos os segredinhos aqui no Casa. Se você quiser encher seu coração de açúcar também, siga ele lá no insta, é @leo_boaventura_bh.

Não vou falar que essa é uma receita fácil, é uma receita complexa e linda! Além disso vai ser mais assertivo se vocês tiverem balança e termômetro na cozinha. Aqui o Leo explica tudo bem certinho pra fazer sem esse apetrechos culinários, mas quem gosta de confeitaria sabe, a precisão é tudo!

Chega de papo e vamos a essa gordelícia irresistível, que a propósito, é uma das minhas favoritas.

Legítimo Torrone Italiano

Tempo de preparo: 1 hora e meia mais 8 horas de geladeira
Rendimento: 7 barras grandes, 14 médias ou 42 quadradinhos pequenos

Ingredientes:

Para o recheio:
500g de mix de castanhas de sua preferência (amendoins, avelãs, nozes, amêndoas, pistache, macadâmias, castanhas do para, castanhas de caju, etc.)
200g de mix de frutas desidratadas de sua preferência (passas brancas ou pretas, damascos, figos, morangos, laranja, etc)

Para o marshmallow:
60g de claras [2 claras de ovos bem grandes]
30g de açúcar refinado ou impalpável [2 e 1/2 colheres (sopa) não muito cheias]

Calda de especiarias:
360g de açúcar cristal [1 copo de 200ml cheio e mais 1 faltando 1 dedo]
120ml de água
30g de mel ou xarope de glucose [1 colher (sopa) bem cheia mais meia colher]
2 paus de canela
Raspas de 1 laranja ou limão
Meia fava de baunilha ou extrato de baunilha

Calda de mel :
240g de mel [1 copo de 200ml faltando 2 dedos]

Modo de preparo:

1 – Com antecedência, leve as castanhas para serem tostadas em forno médio pré-aquecido com os seguintes cuidados:
Castanhas de caju já tostadas não deverão ir ao forno.
A ordem em que geralmente as castanhas tostam primeiro é:
– macadâmias, nozes, castanhas de caju cruas e castanhas do Pará
– avelãs e amêndoas
Portanto, coloque separado em tabuleiros menores as macadâmias e nozes das avelãs e amêndoas. Assim você poderá retirar as que primeiro tostarem. Vá sempre abrindo o forno e provando. Deixe esfriar e reserve.
2 – Prepare a calda de especiarias. Leve todos os ingredientes para ferver em fogo alto até a temperatura de 145°, ou ponto de bala firme, que você pode testar pingando um pouco da calda em um prato com água gelada e depois com os dedos retirando do fundo do prato e conferindo se formou um “puxa”. Depois de uns 10 minutos de cozimento da calda de especiarias, comece a preparar a calda de mel.
3 – Prepare a calda de mel. Em uma panela alta, ferva o mel em fogo baixo até a temperatura de 125°, que ocorre cerca de 8 minutos depois de o mel ter levantado fervura. É importante usar uma panela alta, pois o mel irá espumar e subir. Mantenha as duas caldas cozinhando para que elas cheguem à temperatura ideal juntas. Assim que a calda de mel levantar fervura bata o merengue para o marshmallow.
4 – Em uma batedeira bata as duas claras o ponto de pico firme, depois acrescente aos poucos os 30g de açúcar sempre batendo. É importante bater o merengue enquanto as caldas cozinham, pois se o merengue for preparado antes e ficar muito tempo esperando ele pode “murchar e perder o ponto de pico.
5 – Assim que as caldas estiverem no ponto, escalde o merengue com a calda de mel. Com a batedeira ligada, despeje lentamente a calda de mel sobre o merengue em um fio fino e contínuo até que acabe. Não despeje nas pás da batedeira e nem nas bordas da tigela, mas sim sobre o merengue.
6 – Na sequência, escalde o marshmallow com a calda de especiarias da mesma forma. Não esqueça de retirar os paus de canela e a fava de baunilha antes.
7 – Deixe o merengue bater por cerca de 10 minutos, até esfriar.
8 – Agregue as castanhas tostadas e os frutos secos e misture bem.
9 – Despeje sobre um tabuleiro pequeno (20 x 30 cm) revestido com papel manteiga untado com óleo. Espalhe bem e cubra com outro papel manteiga também untado com óleo. Aperte muito bem com as mãos até que consiga ter nivelado bem a superfície do torrone. Leve à geladeira por 8h.
10 – Desenforme e corte o torrone em barras grandes, barras pequenas ou até cubinhos. Mantenha refrigerados até o momento de servir.

Variação: Pode-se ainda banhar o torrone em chocolate ou polvilhar com um fina camada de açúcar impalpável.

Divirta-se!

O Leo e eu esperamos que vocês tenham gostado dessa receita, mais que especial.

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10 dicas indispensáveis para escolher seu arquiteto

09/09/2016 Por: Irene MoraesComentários

Escolher seu arquiteto é tarefa muito difícil, hoje, quase ninguém compra uma casa ou um apartamento e parte direto para mudança sem mexer em nada. Seja reforma ou construção, na minha opinião, contratar um projeto é sinônimo de economia e não de gasto!

Daí você vai dizer: ah mas aqui na minha cidade arquiteto é muito caro! É verdade sim! Mas fazer errado e depois ter que consertar é muito mais caro!

Com um projeto bem feito, você consegue dimensionar melhor o tamanho do imóvel para o valor que tem para investir e reduzir as surpresas que vai ter pela frente. Consegue encontrar opções mais econômicas para as necessidades do seu dia-a-dia na casa com soluções mais modernas e práticas.

Tá convencido de que contratar o projeto da sua casa é uma boa, né! Mas e agora? Como escolher?
Vou falar pra você que projeto é uma loucura viu! Haja variação de estilos e de preços!

Comecei a procurar com bastante antecedência, fiz uma lista grande de arquitetos e entrei em contato com exatos 44 profissionais. Eu recebi 29 orçamentos, dos mais completos aos mais enxutos. A partir do mesmo descritivo de projeto e eu recebi orçamentos com uma variação de mais 3.000%. Tinha propostas de R$850,00 a R$26.000,00, para fazer o mesmo projeto. Com certeza isso é de deixar qualquer iniciante muito perdido!

Não existe regra infalível, mas para facilitar a sua árdua jornada e tentar deixar as coisas um pouco mais seguras para você, eu listei 10 dicas para te ajudar a escolher o seu arquiteto do coração!

10 dicas indispensáveis para escolher seu arquiteto

1. Saiba com quem conversar!

Para escolher seu arquiteto faça uma lista com profissionais de que gosta ou que queira conhecer. Busque indicação de amigos, portfólios em sites e revistas, referências em associações de arquitetos, visite mostras de decoração…

2. Saiba quanto você pode gastar!

Existem variadas modalidades de remuneração por projeto. O valor pode ser calculado sobre a área construída, percentual sobre o custo da obra ou hora técnica. Tenha uma previsão da área que pretende construir na hora de orçar o projeto, vai facilitar sua vida. Se precisar de uma base para referência de preços, pode encontrar uma tabela de honorários no site do CAU.

3. Defina a sua real necessidade

Os arquitetos são habilitados a atuar na avaliação do terreno, projeto arquitetônico, detalhamento de interiores, projeto luminotécnico, paisagístico, aprovação na prefeitura, acompanhamento e até o gerenciamento da sua obra, sem falar nas consultorias. É importante que você saiba de quais serviços precisa, para não contratar demais, nem de menos e assim fazer uma boa negociação.

4. Tenha afinidade com o portfólio do profissional escolhido

É importante que antes de seguir para a escolha do arquiteto, você tenha em mente de qual estilo gosta. Assim poderá dar atenção especial ao portfólio dos profissionais e escolher aqueles que têm uma estética parecida com a que você deseja.

5. Verifique se o arquiteto possui registro no Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU)

Você vai precisar de um arquiteto com registro para fazer a aprovação do projeto na Prefeitura.

6. Desconfie de pré-projetos antes da contratação

Nenhum profissional trabalha de graça, projeto pré-contratação é projeto pronto da internet, de antemão já demonstra pouca atenção do profissional para com as suas necessidades. Nada contra projetos prontos da net, alguns são incríveis, mas contratar um arquiteto, é ter um projeto pensado para você e não uma adaptação de projeto pronto.

7. Faça reunião presencial

com os profissionais que mais se adequarem às suas necessidades. No meu caso foi exatamente na reunião que descartei meu principal escolhido, mas isso é papo para outro post. É importante que você e o profissional tenham afinidade, pois conviverão por meses ao longo do projeto.

8. Visite alguma obra que o arquiteto tenha feito

Estar dentro do ambiente vai te dar uma dimensão melhor da qualidade do projeto, principalmente se você pretende contratar o acompanhamento de obra.

9. Converse com o arquiteto sobre a Reserva Técnica

Se for contratar o acompanhamento ou gerenciamento da sua obra, converse com o arquiteto sobre a Reserva Técnica. A reserva é uma prática do mercado, na qual algumas empresas oferecem uma comissão para os arquitetos na indicação de clientes. Muitos arquitetos repassam parte dessa bonificação para o cliente, não é uma obrigatoriedade, mas se existe a possibilidade é importante ter clareza no acordo, ok!

10. Não contrate sem a proposta de serviço

É na proposta de serviço que ficam detalhadas todas as etapas do trabalho contratado, a data para entrega de cada etapa e seus respectivos valores. É importante também que na proposta de serviço esteja discriminada a quantidade de visitas que serão realizadas durante a execução da obra.

Profissional perfeito, assim como pessoa perfeita, é algo que não existe. O que você pode encontrar é o profissional mais adequado para o seu projeto, seu gosto e seu bolso. O melhor, nem sempre é o mais caro ou o mais famoso.

Quanto mais você souber, sobre o que você pode e quer fazer na sua obra, mais perto você vai estar de fazer a escolha certa do profissional para te acompanhar. Só de estar aqui, agora, lendo esse texto, você já demostra que está mais inclinado a fazer uma escolha mais consciente e portanto mais acertada.

Espero ter ajudado com as minhas dicas, eu fiz a minha escolha seguindo esse pensamento e para mim deu certo. Logo, logo venho mostrar o projeto da casinha pra vocês, mas enquanto ele não fica pronto vem conhecer a nossa casinha.

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Beijocas e até a próxima!

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Apaixonada por design, arquitetura e decoração, compartilho com vocês um pouco das dores e das delícias de estruturar um canto pra chamar de meu. conheça melhor...

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