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Quanto custa aprovar um projeto na prefeitura

Por: Irene Moraes10 Comentários

Quanto custa aprovar um projeto na prefeitura de Belo Horizonte

Antes de falar quanto custa, é importante a gente entender o que é aprovar um projeto na Prefeitura.
Os termos técnicos para a aprovação de projeto são: Licenciamento de Projeto de Edificação ou Emissão do Alvará de Construção.

O QUE É O LICENCIAMENTO?

O licenciamento é a submissão do projeto arquitetônico, à equipe de avaliação de projetos da prefeitura, para obtenção da autorização para construir uma nova edificação ou modificar uma edificação existente. O alvará e a licença são o mesmo documento, que é o documento que autoriza o proprietário iniciar a execução daquele projeto.

Em cada cidade o processo de licenciamento tem regras próprias e uma série de exigências, mas não se preocupe, todo projeto para ser submetido ao licenciamento precisa de um responsável técnico (engenheiro ou arquiteto) e os profissionais conhecem bem essa regulamentação.

QUANTO CUSTA?

Para submeter seu projeto à análise, é necessário pagar a taxa de exame de projeto.
Aqui em BH o valor da taxa é calculado assim:
R$ 0,71 (valor unitário) x ( área construída ou a ser regularizada)
Sendo que o pagamento mínimo é de R$73,12.

A taxa deve ser paga em cada exame a que o projeto for submetido. Isso significa que, a cada devolução de pendência que o seu projeto tiver, você deve pagar nova taxa de exame de projeto.
Para pagar a taxa é preciso emitir a Guia de Exame de Projeto de Edificações, essa guia só pode ser gerada no Portal de Edificações da Prefeitura de Belo Horizonte.

Ao final do processo de licenciamento há a emissão do alvará, mas para a liberação dele, é preciso pagar a Taxa de Fiscalização de Obras Particulares, que é dividida em 2 parcelas. A primeira parcela, libera o Alvará de Construção. A segunda parcela, pode ser paga ao final da obra e libera a Certidão de Baixa de Construção (antigo Habite-se). O cálculo para o valor da taxa é bem obscuro e baseado em uma unidade determinada como Unidade Fiscal Padrão da Prefeitura de Belo Horizonte. Para quem quiser entender o cálculo, recomendo a leitura dessa
regulamentação.

Para ter um comparativo de valores das taxas, cada guia de exame de projetos da nossa casa, teve o custo de R$131,55, já a 1ª parcela da taxa de fiscalização foi de R$705,70. Uma diferença, no mínimo grande demais, não?

Além do projeto arquitetônico com responsável técnico e da guia de exame, exite uma série de documentos que são exigidos para o licenciamento e que também tem um custo. Aqui em BH a lista de documentos é essa abaixo:

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA APROVAR UM PROJETO

  • Informação básica do imóvel/ terreno – você pode retirar esse documento no site da prefeitura gratuitamente
  • Guia de 1º Exame de Projeto de Edificações paga– valor calculado conforme informamos acima
  • IPTU do ano pago – saiba mais sobre o IPTU
  • Projeto arquitetônico – os valores variam imensamente, já dei um panorama de preços no post de dicas para escolher um arquiteto
  • ART de arquitetura
  • Caracterização da edificação – Formulário preenchido e assinado pelo responsável técnico
  • Termo de Compromisso do proprietário – Formulário preenchido e assinado pelo proprietário
  • Levantamento topográfico – veja o que precisa ter em um levantamento topográfico
  • ART topográfico
  • ART de estabilidade do solo – Contratado do topógrafo ou engenheiro
  • Termo Unificado de Compromisso dos RT´s – formulário preenchido e assinado pelos responsáveis técnicos de arquitetura e estabilidade
  • Declaração de não existência de corpo hídrico – formulário preenchido e assinado pelo responsável técnico

Tá, mas quanto custa mesmo? Vamos lá! Nosso projeto é de uma área construída de 205 m², gastamos um pouco mais de R$9.000,00 com toda a aprovação. Mas é como eu já disse para vocês, as variações de valores dos prestadores de serviços é muito grande. Então, considere bem a sua realidade para não ter surpresas.

ONDE SOLICITAR?

Em BH todo o processo é feito on-line pelo Portal de Edificações da PBH.

COMO SOLICITAR

1 – O arquiteto ou engenheiro civil – responsável técnico – deve elaborar o projeto conforme padrão de representação gráfica definido pela Portaria em vigor, constante na aba Legislação, disponível no portal de edificações página. O modelo de selos de pranchas e da planilha de cálculo de áreas a serem usados, constam na aba Material Informativo, também disponível no portal.
2 – O responsável técnico deve providenciar toda a documentação especificada nesta página, na aba Material Informativo, incluindo os formulários de requerimento, disponíveis na aba Exigências dos Serviços/Documentações, que deverão ser devidamente preenchidos sem rasuras e assinados.
3 – Realizar o cadastro do projeto pelo Portal de Edificações, anexando toda a documentação necessária.
4 – Enviar o projeto e em seguida efetuar o pagamento das guias geradas no Portal de Edificações, relativas a exames de projeto e/ou vistoria. Será então gerado o número de seu requerimento, o qual será considerado válido somente após o pagamento das guias.
5 – Não será necessário imprimir a documentação e protocolar no BH Resolve. As solicitações iniciais serão efetivadas exclusivamente por meio eletrônico após o envio do projeto no sistema e quitação das guias.
6 – Após comprovação de quitação das guias, a SMARU abrirá protocolo de solicitação de serviço no SIASP e será automaticamente enviado um e-mail com a informação do número do mesmo ao endereço de e-mail cadastrado no sistema. O protocolo SIASP servirá para acompanhamento de sua solicitação pelo site www.pbh.gov.br/siasp_ru ou pelo telefone 156.
7 – A documentação anexada ao requerimento será encaminhada para análise documental. Concluída a análise, o número do protocolo SIASP será também informado no Portal de Edificações, podendo ser visualizado pelo responsável técnico ou proprietário no respectivo campo na parte superior central da tela do requerimento.
8 – Quando houver pendências de documentação, o requerimento não será acatado e será feito um comunicado no protocolo SIASP informando a(s) pendência(s). O responsável técnico deve substituir ou complementar a documentação no Portal de Edificações e enviar o projeto novamente no sistema.
9 – Caso a documentação esteja completa e correta, será acatada. Em seguida será aberto o processo administrativo para os casos de projeto inicial ou anexada ao processo já em andamento nos casos de modificação de projeto. O expediente será encaminhado para agendamento do exame e atendimento pela Gerência de Licenciamento.
10 – Se não houver necessidade de correções, a Gerência de Licenciamento licenciará o projeto, informando no protocolo eletrônico sobre a disponibilidade do Alvará de Construção no Portal de Edificações. O Alvará, entretanto, conterá uma tarja de pendência de pagamento. A tarja permanece até que seja confirmada a quitação da respectiva taxa de fiscalização integralmente ou a 1ª parcela.
11 – Após licenciamento do projeto arquitetônico, deverá ser realizado o pagamento da “Taxa de Fiscalização de Obras Particulares”, a guia a ser gerada no Portal de Edificações.
12 – Se houver necessidade de correções, a Gerência de Licenciamento listará as correções e pendências no Comunicado de Exame de Projeto que será publicado no Siasp ( www.siasp-ru.pbh.gov.br ), que pode ser acessado pelo n° do protocolo eletrônico, e alterará o requerimento no Portal de edificações para o status Pendente.
13 – Os atendimentos de exames de projetos serão realizados pelos técnicos da SMARU com base em documento impresso contendo as ilustrações das pendências. Eventualmente, poderá ser solicitado que o requerente apresente documentos complementares para fins de elucidar o atendimento. O responsável técnico deverá trazer para o atendimento os documentos necessários para esclarecer as dúvidas.
14 – Em seguida, o Responsável Técnico deverá efetuar as correções e solicitações indicadas e reenviar o requerimento no sistema. Após o reenvio, deverá emitir no sistema SIATU Guias, através do link guias.siatu.pbh.gov.br, a taxa de 2º exame de projeto. Você deve quitá-la e tirar cópia em formato A4.
15 – A partir da data do Comunicado de Exame de Projeto, o Responsável Técnico terá 30 dias corridos para atualizar os dados do projeto no Portal de edificações e apresentar a guia de 2º exame quitada, na Central de Atendimento Integrado BH Resolve, para abertura de protocolo de 2º exame de Projeto.
16 – Para protocolo no BH Resolve, deve agendar data e horário de atendimento de “Protocolo de X Serviço(s)” através do site agendamentoeletronico.pbh.gov.br. Para mais informações sobre o agendamento, veja o Atendimento Agendado para Protocolo de Serviço da SMARU no BH Resolve. Você consegue consultar na aba Serviços Relacionados, disponível no Portal de Edificações.
17 – A inobservância do prazo de 30 dias para apresentação das correções previstas ou não atendimento a qualquer item do Comunicado de Exame de Projeto ou ainda a existência de incorreções na documentação apresentada para 2º exame, implicará no indeferimento do processo.
18 – Quando da realização do 2º exame, restando ainda pendência de projeto de pequena complexidade, e desde que a proposta arquitetônica apresentada não seja alterada de forma significativa, será concedida a oportunidade de adequação do projeto por meio de substituição integralmente eletrônica.

Ufa! Esse post foi grande, mas acho que ficou tudo bem explicado né?

Para acompanhar as novidades sobre construção, é só deixar seu e-mail aqui embaixo:

Oba! Agora é só aguardar nossos e-mails. Obrigada pela confiança.

 

Beijitos e até a próxima!

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Comentários

  1. Junio diz

    em

    Olá, boa tarde. Estou pra iniciar uma apliacão em meu imovel, mas não quero correr o risco do embargo de obra. Sou de BH e estou a procura de um profissional que faça toda a tramitação desse processo, um arwuiteto, eu acho, pode me indicar o que utilizou, por gebtileza?

    Responder
    • Irene Moraes diz

      em

      Olá Junio! Posso indicar minha arquiteta sim. Me manda um email no que te passo o telefone dela.

      Abraços!

      Responder
  2. Carlos Renato Colturato Reame diz

    em

    Um absurdo os valores cobrados além da burocracia. Por isso, o cidadão acaba construindo sem recorrer aos caminhos determinados pela legislação.

    Responder
    • Irene Moraes diz

      em

      Olá Carlos! Os impostos e taxas são sempre dolorosos né.
      Obrigada pelo comentário!

      Responder
  3. sergio diz

    em

    Ola,
    Ja entreguei um projeto pronto em PDF e DWG para um arquiteto solicitar o alvara de construcao mediante a prefeitura (Rio de Janeiro). A obra construida sera de mais ou menos 170m2, ele me cobrou 7,000 reais. Esta muito caro?

    Responder
    • Irene Moraes diz

      em

      Olá Sergio! Tudo bem?
      Difícil falar sobre o valor do serviço do profissional né. Eu sou de Minas, não sei como são os valores praticados aí no Rio. Mas esse valor de 7000 está próximo do que paguei no meu projeto aqui, sendo que a minha arquiteta trabalhou no projeto e na aprovação e incluindo todas as taxas. Acho que vc deve consultar outros profissionais aí na sua cidade para ter um comparativo melhor e tomar sua decisão com mais segurança.

      Desejo sucesso na sua obra!

      Responder
  4. Angélica diz

    em

    Boa tarde!
    Esse valor de 9.000 está incluso o valor cobrado pelo arquiteto? Ou é referente somente as taxas?

    Responder
    • Irene Moraes diz

      em

      Ei Angélica!
      O projeto arquitetônico está incluído nesse valor de R$9.000,00.
      Abraços!

      Responder
  5. Georgia Morais diz

    em

    Boa tarde, Irene.
    Vi seu blog. Primeiramente, é bem interessante. Não é fácil encontrar informações sobre regularização de imóveis. Só fiquei em dúvida numa coisa. Talvez você possa me explicar. Uma construção irregular embargada pela prefeitura deve ser regularizada (2º andar). Porém, o primeiro andar, construído na década de 90, não observou essas exigências. Aí preciso fazer um projeto de tudo? Pelo que pesquisei, para imóveis antigos parece que chama “levantamento”.
    Outra dúvida. Irregularidade de janela inserida a menos de 1,5 m da divisa. Enquanto não fechar não consegue regularizar a situação ou o tempo sana essa irregularidade?
    Obrigada.

    Att.,
    Georgia

    Responder
    • Irene Moraes diz

      em

      Olá Geórgia!
      Realmente o tema de regularização imobiliária é bem complexo.
      Funciona assim: todo projeto imobiliário (construção) precisa de licenciamento na prefeitura. Pelo que eu entendi você está construindo um segundo andar em um imóvel da década de 90, correto? Se você não estivesse construindo, seu projeto seria regularizado obedecendo a regulamentação da época da construção original.
      Como você vai construir um segundo andar precisa obedecer a lei vigente hoje. Vai precisar aprovar o projeto da construção na prefeitura, para isso precisa do projeto arquitetônico.
      Quando o arquiteto for na sua casa para fazer as medições do projeto, ele vai precisar fazer o levantamento do projeto da casa que já existia construído. Então você vai ter as duas coisas, uma planta de levantamento e um projeto para a nova área construída.
      Sobre a questão da janela e do embargo, você só conseguirá regularizar o imóvel se as janelas obedecerem a regulamentação, caso não obedeçam será preciso remover a janela. lembrando que a regulamentação também exige que todos os cômodos tenham abertura de ventilação (janela).
      A abertura de vãos deve respeitar a regra de afastamento mínimo de 1,50m do muro da divisa.

      Espero ter ajudado.

      Abraços.

      Responder

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