Casa de Irene

muitas dicas para construir, decorar e reformar seu lar doce lar. Além de vários tutoriais de faça você mesmo e receitinhas delicious!

  • Email
  • Facebook
  • Instagram
  • Pinterest
  • RSS
  • Twitter
  • YouTube
  • Home
  • Sobre o Casa
  • Contato
  • Lar doce lar
    • Construção
    • Arquitetura
    • Decoração
    • Compras
    • Jardinagem
    • Burocracias
    • Organização
  • Receitas
    • Acompanhamentos
    • Aves
    • Bebidas
    • Carnes
    • Diet
    • Dukan
    • Entradas
    • Massas
    • Peixes e frutos do mar
    • Petiscos
    • Sobremesa
    • Vida saudável
  • Festa
    • Receber bem
      • Mesa Posta
    • Noivado
  • Viagem
  • Beleza
  • Tv Casa
  • DIY

Casa de Irene » IPTU

Saiba como ter desconto no IPTU em Belo Horizonte

16/01/2017 Por: Irene MoraesComentários

Tá construindo em BH? Sabia que você tem direito ao desconto de 50% no seu IPTU?
Vem que eu vou te explicar direitinho como conseguir o desconto no IPTU.

Desconto no IPTU para imóveis em construção

Desde 1989, os imóveis em construção em Belo Horizonte tem direito a isenção de 50% nas alíquotas do IPTU, regulamentada pela lei nº 5.641.

1 – Para ter direito à isenção, a construção deve estar devidamente regulamentada, e possuir Alvará de Construção aprovado pela Prefeitura até no máximo dia 1º de janeiro de 2017. Se o seu alvará foi emitido após essa data, não vale para o desconto de 2017, só do ano que vem.

2 – A Prefeitura considera como imóvel em construção aquele que tenha no mínimo, o trabalho de abertura de valas ou escavações para colocação de concreto. Ou seja, se tiver começado a fazer as perfurações para fundação, já tá valendo!

3 – Detalhe super importante: o desconto só é válido se o pagamento do IPTU for feito integralmente durante a vigência do ano em que o desconto foi concedido. Isso significa que, se você receber o desconto no IPTU de 2017, tem que concluir o pagamento desse IPTU até o final de 2017. Caso você receba o desconto e opte pelo pagamento parcelado em 11x, a última parcela vai vencer em 15 de dezembro de 2017, se você por qualquer que seja o motivo não quitar essa parcela até o final de dezembro, perderá todo o desconto.

Ah Irene… mas se eu já paguei todas as parcelas com o valor do desconto não tem mais como perder? Não se engane bobinho, tem sim! Caso o pagamento não seja feito dentro do prazo estabelecido, seu débito será inscrito em dívida ativa. Traduzindo, se você não pagar dentro do prazo vai ser feita uma conta assim: do valor original do seu IPTU (sem o desconto), vai ser subtraído o valor que você já tiver pagado em parcelas (com o desconto), a diferença vai ser lançada na dívida ativa. Entendeu? Você vai passar a dever para a Prefeitura tudo aquilo que você ainda não tiver pagado, mais os 50% de desconto que você tinha ganhado e perdeu. Por isso, se for parcelar, fique esperto para não perder o desconto no final!

4 – O desconto no IPTU para imóveis em construção só pode ser concedido por 3 anos, então não demora com essa obra não! Kkkkkkkk!

Como solicitar o desconto no IPTU

Teoricamente se você recebeu o alvará de construção o seu IPTU já vai vir com o desconto nesse ano, mas eu não conheço ninguém que tenha recebido esse desconto automaticamente… até porque nem todo mundo inicia a obra assim que recebe o alvará.

Já que a coisa não é automática, caminho é fazer o requerimento da isenção em um dos postos do IPTU no período de 2 de janeiro a 1 de fevereiro de 2017.

Como eu tô boazinha, já vou deixar os endereços aqui:

BH Resolve: rua dos Caetés, 342
Regional Venda Nova: rua Padre Pedro Pinto, 1.055
Regional Barreiro: av. Sinfrônio Brochado, 587

Faça o agendamento on-line do seu atendimento aqui: agendamento

Não se esqueça de levar uma cópia do seu alvará de construção, além de original e cópia da identidade e do CPF. Saiba que a Prefeitura pode fazer uma visitinha na sua obra, para verificar se ela se enquadra no critério de obra, como expliquei lá em cima no post.

Para saber como calcular o seu IPTU, confira nosso post.

Se sua casa não está em obras esse ano, o jeito para conseguir um descontinho no IPTU 2017 é adiantar o pagamento de no mínimo 2 parcelas, pagando até o dia 20 de janeiro, e ganhar 7% de desconto. Melhor que nada, né!

Espero que este post te ajude a economizar uma graninha nesse começo de ano.

Se quiser receber mais das nossas preciosas informações sobre construção e decor, deixe seu e-mail aqui

Verifique seu e-mail, caixa de entrada ou pasta de spam, e confirme a assinatura para receber nossas mensagens.

Beijitos e até a próxima!

10 cuidados para comprar um lote

06/04/2016 Por: Irene MoraesComentários

Construir sua casa dos sonhos, do seu jeito do começo ao fim, é o desejo de muitos. Mas encontrar o lugar ideal para realizar esse sonho é uma das partes mais difíceis da empreitada.

Comprar um lote nas principais cidades do país é um processo burocrático e caro. Envolve uma série de regras e detalhes desconhecidos da maioria de nós.

Criei essa lista com 10 cuidados para comprar um lote, para servir de guia e te ajudar a ter mais segurança e confiança na hora de tomar esse passo tão importante.

10 cuidados na hora comprar de um lote:

1 – Visite o lote e conheça toda a região

É importante conhecer bem a região onde está localizado o terreno que deseja adquirir. É importante conhecer a infraestrutura das ruas, iluminação, segurança, vias de acesso, fluxo de trânsito, disponibilidade de transporte público e comércio, além de verificar a demarcação do imóvel.

2 – Consulte se o imóvel é financiável

Se for usar financiamento, consulte se o imóvel é financiável e faça uma simulação para validar sua capacidade de crédito.

3 – Solicite a Certidão de matrícula do imóvel

Este é o documento que apresenta o cadastro do imóvel, contém a sua descrição física, tal como localização, área superficial, medidas lineares, confrontantes, número do cadastro predial fornecido pela prefeitura. Para cada imóvel só existe uma matrícula e nela consta também o histórico de transferências do imóvel, como no caso de vendas e heranças e também as averbações existentes. É com este documento que você confirma quem é o real proprietário do imóvel e se existe algum impedimento legal para a venda.
Onde solicitar: Cartório de Registro de Imóveis
Prazo: varia de acordo com o cartório, mas em geral 5 dias úteis.
Valor: cobrança é feita de acordo com a taxa vigente do cartório

4 – Solicite a Informação Básica da Edificação

Este é o documento que consolida as informações urbanísticas do lote, como o zoneamento, inserção em áreas de proteção e características geométricas, aprovação do parcelamento do solo, altura permitida para construções, planta de localização e demais informações com a finalidade de subsidiar a elaboração do projeto de edificação.
Onde solicitar: Prefeitura (em BH solicite aqui)
Valor: gratuito
Prazo: 1 dia útil

5 – Consulte a Certidão negativa de débitos do imóvel

Esta é a certidão que apresenta a existência de débitos no pagamento de ITBI, IPTU e taxas municipais. Caso haja débito este deve ser quitado antes da transferência do imóvel, por isso é importante negociar esse pagamento com o vendedor.
Onde solicitar: Prefeitura (em BH solicite aqui)
Prazo: imediato
Valor: gratuito

6 – Verifique a corretora

Se estiver usando um serviço de corretagem, consulte o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) para verificar sobre a idoneidade da empresa corretora.

7 – Faça simulações em diversos bancos

No caso de financiamento teste simulações em diferentes bancos para verificar qual oferta é mais vantajosa, lembre-se o FGTS não pode ser usado para financiamento de lotes.

8 – Dê a entrada ou sinal com cheque nominal à empresa

Para efetuar o pagamento, dê a entrada ou sinal com cheque nominal à empresa, além de exigir um recibo de sinal e um contrato que descreva de forma detalhada o empreendimento.

9 – Aguarde a transferência para quitar o pagamento do imóvel

Em caso de compra sem financiamento, somente faça o pagamento integral do imóvel após a transferência, é importante que ambas as partes dividam o risco da negociação e que todos os tramites estejam detalhados em contrato.

10 – Faça a averbação do registro

Lembre-se, só é dono quem registra, por isso não deixe a averbação do registo para depois.

Espero ter ajudado e desejo que a compra do seu lote seja tranquila e segura!

Caso a sua dúvida cruel seja entre construir ou comprar na planta, confira o post Desvendando as burocracias para a compra de um apartamento na planta.

Agora, se você não sabe mesmo é, se casa ou compra uma bicicleta, tá difícil de te ajudar!

Se você gostou desse post e assim como eu está até o pescoço com os assuntos imobiliários, vai encontrar informações úteis em nossa coluna sobre burocracias. Veja o que já rolou clicando burocracias. Cadastre-se e não perca nenhum post:

Verifique seu e-mail, caixa de entrada ou pasta de spam, e confirme a assinatura para receber nossas mensagens.

 

Beijitos e até a próxima!

Como calcular o IPTU

08/01/2016 Por: Irene Moraes5 Comentários

Como-Calcular-IPTU-Casa-de-Irene

Janeiro chegou e junto com ele vem o Feliz Ano Novo, toma aqui a sua conta!

O Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana – IPTU, é o terror do início de ano. O IPTU é um tributo municipal que deve ser pago todos os anos pelos contribuintes, proprietários ou locatários de qualquer imóvel localizado em área urbana, seja este imóvel edificado (como casas, lojas, prédios) ou não edificado (como terrenos).

Como o IPTU é um imposto municipal, suas regras, prazos, atualizações, alíquotas, descontos e isenções são definidos pela Prefeitura/Câmara de Vereadores, e variam de cidade para cidade.

Para calcular o IPTU 2016 do seu imóvel, é preciso conhecer dentro das regras do seu município qual é a alíquota correspondente estabelecida. As alíquotas podem variar de acordo com as características dos imóveis (residenciais, comerciais, terrenos), sobre seus valores (alíquotas por faixas de valor venal) e pela localização do imóvel na cidade (bairros).

Como sou de Belo Horizonte, vou trazer para vocês os valores da cidade, mas você encontra as informações da sua cidade junto à Prefeitura, geralmente no site da cidade tem todas as informações.

A maioria das Prefeituras do país utilizam o acúmulo da inflação dos últimos doze meses para atualizar os valores do IPTU. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA, nosso velho conhecido, é o índice oficial da inflação no Brasil calculado pelo IBGE. Para o ano de 2016 este índice estimado é de 9,9%.

O outro valor que compõe o cálculo do IPTU é o valor venal do imóvel, nada mais é, do que um estudo com os valores de mercado de cada um dos imóveis urbanos do município. Os valores considerados pela Prefeitura constam na Planta de Valores da Cidade, que considera a localização do imóvel e também o padrão da construção.

Vamos fazer a conta!

Para calcular o valor do IPTU basta multiplicar o Valor Venal do Imóvel pela alíquota aplicada.

Em Belo Horizonte consulte a Planta Oficial de Valores da Cidade aqui.

Para saber a zona homogênea, zona de uso, classificação e padrão acabamento consulte deu IPTU do ano anterior. Depois de localizar o valor do m² do seu imóvel na planta de valores, basta multiplicar pela área do imóvel e terá o valor venal do seu imóvel.

Por exemplo:
Considerando um m² de R$480,00 (na planta de valores) e um lote de 360m² temos um valor venal de:
R$480,00×360= R$172.800,00

A Prefeitura de Belo Horizonte divulgou um reajuste de 10,71% sobre as alíquotas do ano passado. Assim teremos as seguintes alíquotas:
De 0,00 até 38.105,00 – 1,3%
De 38.105,01 até 127.020,00 – 1,4%
De 127.020,01 até 183.647,00 1,5%

Considerando o nosso exemplo teremos um IPTU de:
R$194.400,00 x 1,5% = R$2.592,00

Outras Taxas

Há ainda algumas taxas cobradas junto ao IPTU como iluminação pública, coleta de resíduos e fiscalização de aparelhos de transporte. Confira quais taxar se aplicam à sua região e some os valores correspondentes ao seu IPTU.
Esta é a lista de valores para essas taxas em Belo Horizonte em 2016:

CCIP – Contribuição para o Custeio da iluminação Pública. Lote ou terreno vago lindeiro a logradouro pavimentado e com rede de esgoto – R$183,51

CCIP – Contribuição para o Custeio da iluminação Pública. Demais lotes vagos | Lei 8.468/2002 – R$91,76

TCIP – Tarifa Convencional para Iluminação Pública – R$305,85

TCR – Taxa de Coleta de Resíduos Sólidos Urbanos Coleta Alternada – R$274,45

TCR – Taxa de Coleta de Resíduos Sólidos Urbanos Coleta Diária – R$548,90

TFAP – Taxa de Fiscalização de Aparelho de Transporte Por aparelho de transporte, rateada pelas unidades usuárias – R$123,20

Descontos no IPTU

Depois de tanta cobrança, vem uma parte que mais nos agrada, os descontos.
Assim como as alíquotas, não se esqueça de que os descontos variam para cada cidade, é importante consultar as regras da sua cidade. Na maioria das cidades quem paga o IPTU antes do prazo de vencimento tem concessão de descontos.
Em Belo Horizonte os contribuintes que quitarem integralmente ou anteciparem duas ou mais parcelas do IPTU até o dia 20 de janeiro de 2016 terão desconto de 7% no pagamento do Imposto.
Além desse benefício, os proprietários de imóveis poderão contar com créditos do programa BH Nota 10.

Abaixo os prazos para pagamentos do imposto:

Quitação do imposto e das taxas ou pagamento mínimo de 02 (duas) ou mais parcelas com desconto – 20 de janeiro de 2016 (Quarta-feira)
Pagamento do imposto e taxas integral ou adiantamento de parcelas sem desconto -15 de fevereiro de 2016 (Segunda-Feira)
Reclamação tempestiva contra o lançamento do IPTU e taxas de 2016 -3 de fevereiro de 2016 (Quarta-feira)
Pedidos de isenção do imposto para imóveis de terceiros ocupados por templos e entidades assistenciais e de Educação Infantil -3 de fevereiro de 2016 (Quarta-Feira)
Pedidos de redução de alíquota para imóveis em construção – 3 de fevereiro de 2016 (Quarta-Feira)

Desconto no IPTU para Construção

Você sabia que em Belo Horizonte imóveis em construção tem desconto no IPTU?
Boa notícia né! Quem tem imóveis em construção na cidade, construção regularizada e com todos os alvarás e documentos em dia, é claro, pode requerer o desconto de 50% no valor do IPTU.

Abaixo as regras:

As alíquotas dos imóveis em construção têm redução de 50%. Se não receber o benefício de ofício, o contribuinte deverá solicitá-lo em um dos postos de atendimento do IPTU 2016 até o dia 3 de fevereiro de 2016, anexando o Alvará de Construção em vigor em 1º de janeiro de 2016.
A redução de alíquota somente é válida para o imposto que for integralmente pago no mesmo exercício a que se referir o lançamento, sendo restaurada a alíquota integral para efeito de inscrição do débito, total ou parcial, em dívida ativa.
O requerimento do benefício não afasta a incidência de encargos moratórios sobre o valor do imposto, caso o pedido seja indeferido. Esse benefício somente poderá ser aplicado em no máximo três exercícios.

Espero ter ajudado com as informações sobre o IPTU. Eu recomendo que vocês façam a conta, encontrei diferenças e vou solicitar a revisão no meu valor.

Se quiser saber mais sobre outros impostos, confira o post sobre o ITBI.

Se gostou desse conteúdo assine nossas novidades e receba tudo sobre decor e construção no seu e-mail.

Verifique seu e-mail, caixa de entrada ou pasta de spam, e confirme a assinatura para receber nossas mensagens.

 

Beijitos e até a próxima!

Desvendando as burocracias para a compra de um apartamento na planta

02/02/2015 Por: Irene MoraesComentários

Vai comprar um imóvel? Já conhece as burocracias que vai enfrentar? Sabe o custo dos impostos e taxas?

As burocracias para se comprar um imóvel são tantas que decidi fazer uma série de posts sobre o tema.

Burocracias de um ap na planta

A realidade da grande maioria das pessoas que vai comprar a casa própria é a dependência do financiamento. Antes de dispor do seu imóvel os compradores precisam enfrentar uma montanha de burocracias, que além de deixar o processo mais lento também são muito onerosas.

Se há uma dica que posso dar, é aproveitar o tempo da construção do imóvel comprado na planta para colocar em prática seu planejamento financeiro.

O momento da entrega das chaves é um marco para quem enfrenta toda a espera pela construção do imóvel comprado na planta. Mas não se engane! As chaves podem até ser suas, mas nem tudo está liberado.

As regulamentações do sistema habitacional no Brasil têm evoluído muito nos últimos anos, se olharmos algumas décadas atrás vamos ver que muitos avanços já foram instituídos. Contudo o sistema ainda é muito burocrático e as regras não são muito divulgadas. O que facilita abusos por parte das construtoras e instituições financeiras na hora de estabelecer os contratos de compra de imóveis. Para evitar transtornos e decepções o melhor que podemos fazer é nos cercarmos do máximo de conhecimento possível antes da compra.

Planejar é preciso

Aqui vou apresentar pra vocês as burocracias envolvidas no processo de compra de um imóvel, e também os tributos, porque toda burocracia tem um custo. Assim evitamos sustos depois da compra.

Taxa de avaliação do crédito

Quem procura um banco em busca de financiamento começa pagando a taxa de avaliação do crédito, que pode ser abatida caso o interessado seja correntista do banco.

Seguros

A venda casada de produtos é proibida. No contrato de financiamento, apenas dois seguros são obrigatórios. Um deles é o Seguro de Morte ou Invalidez Permanente (MIP) – que quita o saldo devedor no caso de morte ou invalidez do mutuário (a alíquota varia de acordo com a idade e é calculada sobre o saldo devedor, mês a mês). O outro é o Seguro de Danos Físicos ao Imóvel (DFI), que cobre a garantia do banco que é o imóvel. É fixo e calculado sobre o valor do imóvel. Uma normativa do Banco Central exige que os bancos ofereçam duas seguradoras para que o mutuário possa escolher.

Taxa de serviços administrativos

A TSA é uma tarifa para manutenção do financiamento, cobrada mensalmente e que varia de banco para banco, na Caixa o valor cobrado é de R$ 25 por prestação para financiamento com
recursos do FGTS. Sem considerar os juros ou a atualização monetária, em um financiamento de 30 anos, só o pagamento dessa taxa custa R$ 9 mil ao cliente.

Tarifa de avaliação do imóvel

Antes de fechar um financiamento, o banco cobra do cliente uma taxa para vistoriar o imóvel e checar se vai mesmo conceder o crédito. Na Caixa, por exemplo, esta tarifa é de 1,5% do valor do financiamento com recursos do FGTS

IOF

O Imposto sobre Operações Financeiras incide sobre o montante financiado, a má notícia é o recente aumento do IOF sobre as operações de crédito ao consumidor de até 365 dias. O imposto passa de 1,5% para 3% ao ano. Além disso, fica mantida a cobrança de 0,38% para cada operação, em vigor desde o fim da CPMF (Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira).

Dica
Quem financia o imóvel não deve apenas olhar para as taxas de juros, mas sim para o Custo Efetivo Total do Financiamento (CET). Este é o percentual que deve ser levado em conta na hora de calcular a parcela mensal do financiamento. O CET inclui os juros, os prêmios dos seguros de Morte e Invalidez Permanente (MIP) e de Danos Físicos do Imóvel (DFI), a tarifa mensal de serviços administrativos, a tarifa de avaliação do imóvel e impostos, quando aplicáveis, como o Imposto de Operações Financeiras (IOF). Na Caixa, por exemplo, a taxa de juros do crédito pró-cotista, para quem financia com recursos do FGTS, é de 8,66% ao ano, enquanto que o CET é de 9,01% ao ano.

Taxa de Interveniência

O cliente não é obrigado a fazer o financiamento com o banco que financiou a obra, contudo caso permaneça no mesmo banco a instituição pode oferecer algumas facilidades em relação à documentação do imóvel. No caso de o comprador escolher outro banco para fazer o financiamento é preciso ficar atento à chamada taxa de interveniência, o imóvel é penalizado com o pagamento de uma tarifa que pode ir de R$ 1,5 mil a R$ 3 mil.
A cobrança só é legal se estiver assegurada no contrato de compra do imóvel junto à construtora. A melhor hora para negociar o não pagamento dessa taxa é no momento da compra do imóvel.

Para consultar as taxas praticadas pela Habitação na Caixa Econômica Federal clique aqui

Corretagem

Em geral, a construtora ou a incorporadora tenta transferir a despesa com corretagem para o comprador do imóvel na planta, estipulando a obrigação em contrato. Mas a prática é considerada abusiva pelos órgãos de defesa do consumidor, que consideram que a cobrança da comissão deve ser proibida quando o consumidor se dirige diretamente aos estandes para adquirir o imóvel.

Financiamento

Embora seja possível financiar 100% do valor do imóvel para quem tem renda familiar de até R$5.400 nas regiões metropolitanas ou R$4.300 nos demais municípios, para quem tem renda familiar mais alta que isso será necessário dar uma entrada. O valor mínimo será de 10% do valor do imóvel, para algumas linhas de crédito.

Na Caixa, por exemplo, é possível financiar até 90% do valor do imóvel. Ou seja, para um imóvel de 400.000 reais, seria necessária uma entrada mínima de 40.000 reais, que pode ser obtida por meio da poupança em uma aplicação financeira conservadora e de alta liquidez, como a caderneta de poupança, os CDBs e o Tesouro Direto. Outra opção é entrar em um consórcio imobiliário cujo valor da carta de crédito seja suficiente para dar esta entrada.

Confira aqui o check list de documentos para financiar um imóvel

Encargos da fase de obra

Vou fazer um parêntese nessa etapa do processo, pois há aqui um detalhe faz toda a diferença. Depois de assinar o contrato com o banco os pagamentos deixam de ser feitos para a construtora e passam a ser feitos para o banco.
Nessa etapa a obra já está pronta, as chaves já são suas e se você quiser já pode até se mudar para o imóvel, mas isso é pra você.
Para o banco, o imóvel ainda se encontra na fase de obras, enquanto todo o processo de registro não for concluído. Isso significa que os encargos da fase de obra continuam incidindo sobre as parcelas pagas.
A péssima notícia é que, os ditos encargos da fase de obra, não são amortizados do saldo devedor. Durante todo o período em que as burocracias relacionadas ao cartório estão se desenrolando, e acredite em mim isso pode se estender por meses, esse valor pago por você é basicamente perdido! Por isso as idas e vindas de cartório são tão penosas e desgastantes.
O mesmo vale para os atrasos na entrega das chaves. A construtora atrasa a entrega, em por exemplo seis meses, e você ainda paga as seis parcelas dos encargos de obra referentes ao período do atraso. Prejuízo dobrado.
Isso sem falar naqueles que como eu, têm a intenção de vender o imóvel. No post Lucrar com imóvel comprado na planta, ainda é possível?, já falamos sobre os prejuízos de se manter um imóvel parado, some a isso o valor dos encargos de obras, e a frustração de ter um imóvel disponível, um comprador interessado e não poder realizar o negócio. Bem-vindo á realidade de investir em imóveis na planta!

Vencida todas essa burocracia e com o contrato assinado, chegamos ao próximo passo, o registro do imóvel. É preciso recolher o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI)

Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI)

O ITBI é um imposto municipal que o comprador deve pagar ao adquirir um imóvel. A alíquota varia de município para município, em Belo Horizonte equivale a 3% do valor do imóvel.
Pode haver descontos, com ou sem limite máximo, para imóveis de menos de R$500.000, financiados pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Saiba mais sobre o ITBI aqui.

Escritura pública

Quando se financia um imóvel, não é preciso se preocupar com a escritura, porque o contrato emitido pelo banco tem força de escritura pública. Caso a compra seja a vista, será necessário fazer uma escritura no Cartório de Registro de Notas. O valor e as regras de cobrança das escrituras públicas variam bastante de estado para estado.

Se você é de Minas Gerais pode consultar a tabela de valores aqui.

A escrita burocrática gera muitas dúvidas, e os prazos e documentos necessários para lavrar uma escritura variam também de estado para estado. É necessário apresentar uma série de certidões do imóvel, que no caso do imóvel na planta devem ser providenciadas pela construtora, e também dos compradores. Em geral as regras são variáveis dependendo da situação e processo habitualmente é longo.

Consulte aqui a lista dos documentos necessários para obtenção da escritura

Registro do Imóvel

A propriedade imóvel só é transferida depois do registro da escritura no Cartório do Registro de Imóveis. Portanto, apenas a escritura, que é um contrato de aquisição do imóvel, não garante a propriedade. A escritura tem que ser registrada, “quem não registra não é dono”.

Em algumas cidades também é preciso apresentar algumas certidões.

Abaixo a relaçãodos documentos necessários para o registro da escritura em Belo Horizonte

1. Escritura pública original lavrada em Tabelionato competente;
2. Guia de IPTU do ano corrente.

Os valores do registro também variam de estado para estado e tomam como base o valor de alienação do imóvel.

Consulte aqui a tabela de valores para Registro da Escritura em Minas Gerais

Dica

A Lei Federal 12.424/11 determina um desconto de 50% nos custos de cartório para quem estiver comprando o primeiro imóvel pelo Sistema Financeiro de habitação (SFH). O mutuário preenche uma declaração e solicita o desconto no ato do registro do imóvel.

Atualmente, a Caixa já oferece a possibilidade de incluir os custos do registro no financiamento e, assim, parcelá-los, mas não se esqueça, neste caso os juros incidirão também sobre o valor das burocracias.

Traduzindo em números

As burocracias custam em média 3,5% do valor do imóvel, fique atento às isenções e gaste somente com o necessário. Abaixo fixemos uma simulação para te ajudar a entender melhor de onde vêm esse calculo de 3,5%.

Esta simulação considera os custos de ITBI e registro de cartório em Minas Gerais, sobre um imóvel de R$400.000.

ITBI: R$10.000
Escritura: R$2.244,24
Registro: R$2.244,24 (ou R$1.122,12 caso seja registro do primeiro imóvel).
Eventuais despesas com certidões: R$400 (valor aproximado)
Total: de R$13.766.36 a R$14.888,48, cerca de 3,5% do valor total do imóvel

Sei que este é um assunto chato e complexo. Mais chato ainda é ter que arcar com todas essas despesas.

Espero ter esclarecido um pouco o tema, para que o processo de ter um imóvel legal, seja o menos penoso possível. Se você chegou até aqui já está com parte do caminho andado.

Acompanhe as novidades do blog, receba os novos posts por e-mail

Verifique seu e-mail, caixa de entrada ou pasta de spam, e confirme a assinatura para receber nossas mensagens.

 

Obrigada pela companhia e até a próxima!

Lucrar com imóvel comprado na planta, ainda é possível?

09/01/2015 Por: Irene MoraesComentários

Como já contei pra vocês aqui, vivi a experiência de comprar um imóvel na planta e depois de pronto vendê-lo. O objetivo dessa negociação foi capitalizar a médio prazo, para investir em um imóvel melhor no futuro. Deu certo!

lucrar com imóvelNos tempos do meu avô imóveis eram um investimento seguro do qual ninguém duvidava. Mas e hoje? Vale a pena investir em imóveis? Ainda é possível lucrar com imóvel?

Estas são as primeiras das muitas dúvidas, que passam pela cabeça de quem vai adquirir um imóvel pensando em vender no futuro.

Vamos esclarecer algumas questões que devem ser consideradas na hora de decidir o a compra de um imóvel para investir.

O mercado no momento da compra

Em 2010 comprei um apartamento na planta com previsão de entrega para 2 anos. Nesse período vivíamos um cenário de baixa de juros e facilidades para financiamento de imóveis, as construtoras estavam nadando de braçada. Por final de semana eu recebia convite para em média 3 ou 4 pré-lançamentos de condomínios e pasmem, esgotavam-se todas as unidades. Com essa avalanche de compradores o preço dos imóveis estava subindo cada vez mais.

Comprar imóvel na planta

Cenário Econômico em 2010:

  • PAC: concessão pela União de 5,2 bilhões para a Caixa Econômica Federal ampliar os empréstimos na habitaçã
  • Redução de IPI dos materiais de construção
  • Lançamento do Programa Minha Casa Minha Vida
  • PIB: 2,3%
  • Menor índice de desemprego desde 2002: 5,7%
  • Inflação: 8,6%
  • Fipe Zap*: 28,2%

Traduzindo esses números temos um cenário de otimismo com o crescimento econômico do país, o que leva os investidores a ficar confiantes.
Com as taxas de juros atrativas e facilidades para financiamento de imóveis nunca antes vistas, a classe média pôde finalmente comprar imóveis no Brasil e as construtoras promoveram um verdadeiro escoamento de estoque.
Em 2010 o número de unidades vendidas foi superior ao número de lançamentos, alta procura por imóveis aumentou ainda mais a valorização que já vinha crescente desde 2008, a alta nos preços foi agravada pela valorização e escassez de terrenos e também pela falta de mão de obra na construção civil.
[Em 2010 o Brasil apresentou a maior média de valorização de imóveis no mundo.]
O que já era caro tendia a ficar cada vez mais caro. Portanto, apesar dos altos preços, e da grande especulação em torno da tão falada bolha imobiliária, ainda era um bom investimento comprar imóveis para vender. Claro que quem comprou em 2010 não teria a mesma rentabilidade de quem comprou em 2008 pra vender em 2010, mas ainda assim era um bom negócio.

*Pra você que nunca ouviu falar em Fipe Zap, ele é um Índice de Preços de Imóveis Anunciados. É o indicador de preços de imóveis – produzido em parceria entre a FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas e o ZAP Imóveis, do Grupo Globo. Mas atenção, o indicador é medido sobre os valores anunciados dos imóveis e não sobre o valor de fechamento de contrato.

 O mercado no momento da venda

Obra vai, atraso vem, e com um monte de burocracias no caminho meu apartamento foi vendido em 2013, nesse ano o cenário era de inflação alta e alta ainda maior no valor dos imóveis (88,9% Fipe Zap). As condições de financiamento já não eram tão facilitadas, o que refletiu no número de vendas de imóveis, em 2010 mais de 1 milhão de financiamentos para aquisição e construção foram feitos no Brasil, em 2013 esse número já tinha caído para quase a metade 530 mil financiamentos**. Mesmo com um cenário não tão positivo quanto o de 2010, foi possível vender o apartamento com um lucro interessante, mas nada de ganhos exorbitantes.

Cenário Econômico em 2013:

  • Redução de IPI dos materiais de construção mantida
  • PIB: alta histórica de 7,5%
  • Menor índice de desemprego desde 2002: 5,4%
  • Inflação: 29,7%
  • Fipe Zap*: 88,9%
**(dados do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE))

Influência do tempo

As vezes imagina-se que somente aquele proprietário com pressa para vender, está sujeito às variações de mercado, e que aquele que pode administrar o tempo consegue fazer uma melhor negociação e encontrar boa oportunidade para a venda de seu imóvel.
O que quase ninguém calcula são os custos para se manter um imóvel fechado e o quanto estes são determinantes na rentabilidade ou não do seu processo de compra e venda.
Vamos considerar nosso apartamento na planta, assim que você recebe as chaves do seu imóvel, o condomínio já está instituído e esta é uma despesa mensal fixa que deve ser calculada.
O IPTU é também um custo que deve ser considerado. Assim como as demais taxas como ITBI, transferência e corretagem que consomem uma boa parcela dos lucros.
Para aqueles que permanecem com o imóvel à venda por muito tempo, a inflação desvaloriza diariamente o preço do imóvel anunciado. Um imóvel que tenha ficado anunciado pelos últimos doze meses teve 6,5% do seu valor corroído pela inflação. Ou seja, um bem que a 12 meses valia R$400 mil agora vale R$374 mil, é como se R$26 mil fossem subtraídos do valor do imóvel.

Comprar ou não comprar, eis a questão!

O que eu assisti na minha experiência de compra foi a seguinte situação: o credito sendo aprovado junto à construtora em um momento de facilidade de credito e baixas taxas de juros. Dois anos depois, na entrega das chaves, a situação do mercado era outra. Muitos compradores desatentos não conseguiram aprovar seus financiamentos no momento de sair da construtora e passar para o banco.

Comprar na plantaO resultado disso é que muitas construtoras estão repletas de imóveis, e os compradores não conseguem mais aprovar credito com facilidade para comprar. Os bancos estão pedindo entradas cada vez mais altas e as construtoras tem feito uma análise minuciosa da capacidade de endividamento das famílias. Pela lógica então, os preços deveriam estar caindo. E estão, mas lentamente, a queda acontece porque a inflação é maior do que valorização dos imóveis o que resulta em um pequeno decréscimo dos preços.
O problema é que quando o preço diminui as taxas de juros dos financiamentos são impeditivas. Isso porque, já entendemos que quando a inflação está alta o preço dos imóveis cai, mas seu poder de compra também é diminuído, assim como a sua capacidade de endividamento. Além disso, diante de alta inflação o governo tem que intervir. Para estabilizar a economia a medida é aumentar os juros, o que prejudica muito aqueles que precisam fazer financiamento
Se você não depender de financiamento 2015 será um bom ano para comprar, e aí fica a pergunta: quando vai ficar bom para vender?
Um dos maiores problemas do mercado imobiliário no Brasil é que ele se desenvolve sobre especulações e as cegas. Não possuímos um medidor concreto do desempenho do mercado imobiliário como um todo, o que se vê é uma grande disparidade entre os preços anunciados e que realmente se paga pelos imóveis. Afinal, o proprietário pode pedir pelo imóvel o quanto quiser, a questão é encontrar quem pague. Essa diferença põe em cheque a credibilidade de medições como a da tabela Fipe Zap. Em 2010 foi anunciado o desenvolvimento do Ibri (Índice de Referência de Rentabilidade do Mercado Imobiliário Brasileiro), instrumento desenvolvido pela Fundação Getúlio Vargas sob a coordenação da Abrapp (Associação Brasileira de Entidades Fechadas de Previdência Complementar).
A proposta do Ibri é medir a rentabilidade dos ativos imobiliários no Brasil. Com informações sobre valores, transações, despesas e receitas, o índice possibilitará a avaliação prévia da valorização dos ativos, além de possibilitar a comparação do setor com outros segmentos da economia. Infelizmente ainda não dispomos desse índice que continua em desenvolvimento.

A que conclusão chegamos?

Economizar para comprar imóveis

Não existe momento ideal para compra de imóvel, a menos que você não dependa de financiamento. Quando o preço do imóvel é baixo os juros do financiamento são altos e uma coisa compensa a outra.
Com relação à bolha imobiliária nessa fase de estabilização dos preços temos uma tendência ao “murchamento” da bolha, que, ainda segundo especialistas, se estourasse no Brasil, não teria os mesmos efeitos catastróficos que nos EUA.
Sejamos realistas, vivemos um momento de estabilização de preços, com uma tendência a queda lenta. Considerando a parcela da população em condições de adquirir um imóvel, pouquíssimos desses tem condições de fazer essa compra a vista, portanto a minha sugestão é: acumule uma boa entrada e pesquise bastante para fazer uma boa negociação, assim você diminui a parte do valor sobre a qual os juros incidirão. Somente compre um imóvel para investir se não depender de grande financiamento e não tiver necessidade de retorno a curto ou médio prazo do investimento, além disso muita cautela com o desgaste que o “tempo” promove no patrimônio.

Espero ter ajudado nessa difícil decisão!

Se ficou com alguma dúvida ou viveu a oportunidade de comprar e vender um imóvel, me conta nos comentários aqui embaixo, sua experiência pode ajudar alguém que está em um momento parecido.

Se gostou da matéria se inscreva para receber nossas novidades.

Verifique seu e-mail, caixa de entrada ou pasta de spam, e confirme a assinatura para receber nossas mensagens.

 

Obrigada pela companhia e até a próxima!

Receba nossas novidades

Verifique seu e-mail, caixa de entrada ou pasta de spam, e confirme a assinatura para receber nossas mensagens.

um pouco da Irene

Apaixonada por design, arquitetura e decoração, compartilho com vocês um pouco das dores e das delícias de estruturar um canto pra chamar de meu. conheça melhor...

Seguir
Visit Casa de Irene's profile on Pinterest.

Procurando por algo?

Posts recentes

  • Laje de isopor
  • Diário de Obra 18 – Construção do segundo andar
  • Diário de Obras 17 – Batendo a laje

Categorias

Tags

apartamento na planta arquitetura bacon banheiro bolo burocracia canela casa chocolate coco comprar e vender imóveis compras construção cozinha culinária italiana decoração decoração festa decoração natal dieta dieta dukan diário de obra doce dukan festa festa junina imóveis IPTU leite condensado maçã mesa posta molho morango natal nozes paisagismo petisco projeto quarto queijo receita receita natal reforma sala sobremesa viagem

Procurando por algo?

Todos os direitos reservados à Irene Moraes

    </ Ul>